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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

História da Moda: Anos 60

História da Moda Anos 60


A década de 60 foi de muitas mudanças e adaptações por ter sido uma época marcada pela cultura jovem, pelos estilos variados que iam do rock and roll, passando pelo homem pisando na lua pela primeira vez, caminhando pelos movimentos pacifistas, até culminar numa moda unissex.

Essa década presenciou uma forte crise na Alta Costura. Havia a necessidade de mudança e logo ocorreu a expansão de produtos nas grandes Maisons, incluindo perfumes, cosméticos e acessórios – que são, até hoje, responsáveis pelo sustento das marcas.

A forma de se vestir se tornava cada vez mais ligada ao comportamento. O jeans passou a ser um ícone.

Grandes estilistas de Paris influenciaram a moda do mundo. O prêt-à-porter já estava concretizado. Courrèges teve grande participação e reconhecimento na moda com suas criações de minissaias, mini vestidos e calças. Pierre Cardin estava focando no futuro, com ideias espaciais, inovando em macacões de malha, calças justas e muito uso do zíper. Saint Laurent abriu sua própria Maison nos anos 60 e lançou modelos como o tubinho com desenhos de Mondrian e o Le Smoking - roupa inspirada no tradicional smoking masculino, só que para ser usada por mulheres. Já Paco Rabane utilizou materiais não convencionais em suas criações, como placas de metal.

Na Inglaterra, Mary Quant foi o nome. Há uma grande controvérsia a respeito de quem seria a autoria da minissaia, de Courrèges ou de Mary Quant. No entanto, segundo a própria Mary Quant: “A idéia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou”. As saias de 30 cm de comprimento eram usadas com camisetas justas e botas altas.

As minissaias dos anos 60
As minissaias dos anos 60

Vale dar destaque também para os Beatles, que ditaram moda e foram seguidos por milhares de jovens ao redor do mundo inteiro. Na Itália, o destaque ficou com Emílio Pucci e suas estampas geométricas multicoloridas.

Os novos materiais (metal, plástico e acrílico) e as estampas geométricas e curvilíneas, estiveram presentes em toda a década, na moda e nas artes. A Op art, por exemplo, evidenciava efeitos óticos geométricos. Um grande representante foi Victor Vassarely. Outro movimento importante foi a Pop Art, que reproduzia elementos do consumo popular. Destaque para Andy Warhol e Roy Linchtenstein.

A modelo Twiggy, de cabelos curtos, olhos marcados com rímel e cílios postiços foi um grande exemplo de beleza a ser seguido.

Para homens, as jaquetas com zíper, golas altas, botas, calças mais justas e camisas coloridas e estampadas foram muito usadas.

A modelo Twiggy, anos 60

O movimento hippie veio em seguida. As roupas eram artesanais, com bordados manuais, saias longas, calças boca de sino e batas indianas. Um dos focos do movimento foi o questionamento da Guerra do Vietnã.

hippies anos 60

Veja mais posts sobre a História da Moda:
  1. História da Moda: Pré História
  2. História da Moda - ANTIGUIDADE (egípcios, assírios, babilônios e persas)
  3. História da Moda - ANTIGUIDADE CLÁSSICA (Creta, Grécia e Roma)
  4. História da Moda - IDADE MÉDIA
  5. História da Moda: IDADE MODERNA
  6. História da Moda: IDADE CONTEMPORÂNEA
  7. História da Moda: SÉCULO XX – 1900 e anos 10
  8. História da Moda: Anos 20
  9. História da Moda: Anos 30
  10. História da Moda: Anos 40
  11. História da Moda: Anos 50
  12. História da Moda: Théâtre de La Mode
  13. História da Moda: trajes gaúchos
historia da moda anos 60 pinterest

terça-feira, 25 de julho de 2017

História da Moda: Anos 50

vestimentas dos anos 50
A imagem da mulher dona-de-casa dominou os anos 50. Cintura marcada, saias rodadas e calças cigarretes foram alguns dos ícones da moda daquela época.

A moda dos anos 50 começou ainda marcada pelo New Look de Dior, criado em 1947 (leia sobre a moda dos anos 40 aqui). Portanto, a cintura marcada e as saias rodadas ainda tinham destaque nos trajes femininos. Era comum o visual ser completado com scarpins nos pés, chapéus de aba larga adornando a cabeça, bijuterias imitando joias e luvas. Paris manteve-se como centro da moda, mas Inglaterra e Estados Unidos já estavam em ascensão. 
Cintura marcada, luvas e chapéu com aba larga na moda dos anos 50
Cintura marcada, luvas e chapéu com aba larga

A criação de novos tipos de volumes nas peças de roupas, como os vestidos em linha “H” (os famosos tubinhos), em linha “A” (aumentando a largura da cintura para baixo) e linha “Y” (onde golas eram evidenciadas) marcou a década de 50. Apareceram também os chemisier, que são vestidos inspirados nas camisas masculinas. E falando em trajes masculinos, os homens usaram ternos mais sóbrios acompanhados de gravata, excluindo o colete que antes completava o look. 
Calças cigarretes de cintura alta nos anos 50
Calças cigarretes de cintura alta
Houve uma maior aceitação por mulheres usando calças na moda dos anos 50, principalmente as mais jovens. O uso de peças de tricô também se destacou nessa época.

Mulheres cercadas por seus eletrodomésticos nos anos 50: nascia o rótulo de Rainha do LarMulheres cercadas por seus eletrodomésticos nos anos 50: nascia o rótulo de Rainha do Lar

A mulher dos anos 50 tinha uma vida mais caseira. Os bebês nascidos no pós-guerra neste momento eram crianças e exigiam cuidados, principalmente de suas mães. A mulher voltou para casa nessa década, deixando seus trabalhos. Foi aí que o termo “Rainha do Lar” começou a ser empregado. A imagem que remete aos anos 50 é da mulher envolta por seus eletrodomésticos – que tinha a finalidade de facilitar a vida da dona de casa.

Do outro lado da moeda, temos o auge das pinups, que surgiram para caracterizar a sensualidade feminina. O termo apareceu durante a 1ª Guerra Mundial e Marilyn Monroe, Brigitte Bardot e Jane Fonda são bons exemplos desse estilo. 
Pinup anos 50Pinup anos 50
Pinup anos 50
 
Com o fim da guerra, também veio o fim da escassez dos cosméticos, colocando novamente a beleza em um alto pedestal. A maquiagem que valorizava o olhar entrou na moda, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos como sombras, rímel, lápis e delineador. Surgem aí as grandes empresas do ramo, como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder. 

Olhos marcados: com a indústria de cosméticos em ascensão, novos produtos para maquiagem foram lançados
Olhos marcados: com a indústria de cosméticos em ascensão, novos produtos para maquiagem foram lançados
Os cabelos eram curtos, ondulados e crespos ou presos em coque ou rabo de cavalo. As franjas começaram a aparecer. Também foi o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres, junto com produtos alisadores e fixadores. 
Roupas e penteados usados por mulheres nos anos 50
Roupas e penteados usados por mulheres nos anos 50
Roupas, acessórios e penteados usados por mulheres nos anos 50
A franja curta começou a aparecer na década de 50!
A moda dos jovens começou a ter maior identidade, com peças feitas especificamente para eles, mas que ainda eram uma cópia da moda dos adultos. As moças apareciam trajando cardigãs de malha, saias rodadas, sapatos baixos, meias soquete e cabelos presos, compondo um visual conhecido como College. Apareceram também as calças cigarrete, usadas com sapatilha. Para os moços surgiu um estilo mais rebelde, por influência de James Dean, Marlon Brando e Elvis Presley. O visual era composto por calça jeans muitas vezes com a barra virada, camiseta branca e a jaqueta de couro. 
Elvis Presley influenciou a moda masculina nos anos 50James Dean influenciou a moda masculina nos anos 50

Acessórios 

Mais para o fim da década, a Balenciaga criou o chapéu pillbox, caracterizado por ser pequeno acompanhado de um véu, que geralmente era usado com uma leve inclinação para a frente. Outros modelos de chapéus pequenos, além do pillbox, também surgiram. As bolsas geralmente eram carregadas nas mãos, por isso tinham alça curta. 
 
bolsas com alça curta fizeram a cabeça das mulheres nos anos 50Chapéus pequenos eram usados nos anos 50

Além da moda

No final da década, um novo ícone surgia: em 1959 a boneca Barbie foi criada. 
A primeira boneca Barbie surgiu no final dos anos 50

No campo das artes, em 1954 o termo “Pop Art” foi utilizado pela primeira vez, para nomear a arte inspirada na cultura popular. A maioria das obras trazia uma critica negativa aos objetos de consumo, ainda que para existir, a arte pop necessitasse desses objetos. 

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  1. História da Moda: Pré História
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  10. História da Moda: Anos 40  
  11. História da Moda: Théâtre de La Mode 
  12.  História da Moda: trajes gaúchos 
 
historia da moda anos 50

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

História da Moda: Théâtre de La Mode


Quando a Segunda Guerra Mundial estourou, as 70 casas de alta costura registradas que existiam em Paris viram seus serviços serem interrompidos por causa da ocupação alemã e a escassez de materiais e mão-de-obra.

Hitler tinha planos de levar o centro de alta costura presente em Paris, na França, para Berlim e Viena, na Alemanha. Só não conseguiu porque Lucien Lelong, presidente da Câmara Sindical da Costura Parisiense (Chambre Syndicale de la Couture Parisien) disse que ou esses serviços continuariam existindo em Paris ou não existiriam em mais nenhum lugar. Várias Maisons fecharam suas portas durante a época da guerra.

Quando os conflitos acabaram, já era 1945. Mas toda guerra deixa um rastro de consequências nada boas. Na França, cinco milhões de pessoas estavam na miséria, vivendo com racionamentos. Foi para ajudar essas pessoas que Robert Ricci, filho da estilista Nina Ricci, juntou-se com o a Câmara Sindical da Costura Parisiense para criar um evento de grande porte, que teria a renda dos ingressos revertidas para às pessoas necessitadas. Outro objetivo era restabelecer a alta costura na França. Foi assim que, em 28 de março de 1945, houve a primeira apresentação da exposição “Le Théâtre de La Mode” (O Teatro da Moda), organizada no Museu do Louvre. O evento foi apoiado pelos mais importantes estilistas franceses membros do Sindicato da época: entre eles a própria Nina Ricci, Balenciaga, Lavin, Balmain, Dior, Givenchy e Hermès, além de joalheiros como Cartier. 

Na exposição, bonecas feitas de arame com altura de 70cm e cabeça feita com gesso ostentavam as criações dos grandes estilistas de luxo, que puderam usar menos tecidos em suas confecções – ainda escassos nesse momento pós guerra - do que se produzissem para modelos humanos. A criação das bonecas ficou por conta de Eliane Bonabel. Os looks eram completos, com roupas íntimas, arrebatados com acessórios. Os acabamentos eram destaque: tão incríveis como os feitos para as clientes mais ricas, em tamanhos normais. 


As roupas vinham acompanhadas de cenários que iam desde casas de óperas ou bailes, passando pelas ruas de Paris, até cenas cotidianas, criadas sob direção artística de Christian Bérard. Cada Maison foi responsável por até cinco looks. A exposição percorreu inicialmente a Europa, até que um funcionário do governo francês mandou uma carta ao embaixador da França na Grã-Bretanha dizendo que "A França tem pouco, infelizmente, para exportar, mas tem o seu apreço pelas coisas bonitas e a habilidade de suas casas de alta costura", o que abriu portas para a exposição no exterior. Para a temporada de 1946, foram feitas novas roupas, que foram exibidas em Nova York e São Francisco, nos Estados Unidos. Na Inglaterra, teve exibição privada para a Rainha Elizabeth. 


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

História da Moda: trajes gaúchos

Tem alguém melhor que esse homem para abrir esse post? CLARO QUE NÃO! Gaúcho da Fronteira, capa do disco Gaita Companheiro de 1984.



Minha família veio do Rio Grande do Sul para São Paulo (muitos ainda moram lá), logo, meu interesse pela cultura gaúcha vem de berço. Cresci no meio de churrascos regados à música tradicional gaúcha e chimarrão. Quando eu era criança, frequentávamos o CTG (Centro de Tradição Gaúcha) da minha cidade (Sorocaba). Sempre gostei das danças típicas, dos cavalos e do carreteiro. E logicamente, o que sempre me chamou mais atenção foram os trajes gaúchos. 

Um pouco da história dos trajes gaúchos


Claro que as primeiras vestes possuíam o traço europeu de nossos colonizadores. Trajes de religiosos e de soldados foram dados aos nossos índios. Para os homens, portanto, fardas e ponchos eram as roupas mais vistas, mas também haviam aqueles que usavam o chiripá (uma espécie de saia que ia até os joelhos) e o cayapi (usado nas costas e feito de couro de boi, onde os pelos ficavam virados para dentro e a pele para fora). Para as mulheres, havia um vestido longo feito de algodão conhecido como “tipoy”. Elas também faziam o uso do chiripá.

A partir de 1730 a identidade da indumentária gaúcha começou a se formar. As classes sociais eram bem definidas pelas vestimentas. Os estancieiros vestiam-se como os europeus mas nessa época já passaram a usar a bota de garrão de potro (que, apesar do nome, era geralmente feita de couro de burro, égua ou boi), o famoso lenço no pescoço, além do pala indígena (de algodão ou lã nas épocas frias ou de seda nas épocas quentes), tira de pano na cabeça e chapéu. Suas mulheres usavam botas com meias acompanhadas de vestidos longos feitos de seda ou veludo, com xale por cima e leque. 

Já os peões usavam roupas que protegiam o corpo e facilitavam suas atividades com gado e à cavalo. Aqui entra novamente o chiripá acompanhado de pala. Havia um cinturão, chamado guaiaca, com compartimentos para carregar moedas, fumo, dinheiro e armas como pistola, adaga e facão. Na mão portavam lança. As vezes, utilizavam uma camisa feita de algodão e cadarços nos punhos, de mangas largas e gola grande. 


Surge aqui o poncho gaúcho, de formato arredondado com gola alta, feito com lã, geralmente de cor azul escuro, com forro. Nos pés, as mesmas botas garrão-de-potro. As esporas ainda eram estilo as europeias (nazarenas), mas entravam no jogo também as americanas (chilenas). Na cabeça usavam fita indígena para prender os cabelos e um lenço amarrado na nuca. Quando usavam chapéu era feito de palha, feltro ou couro cru (conhecido como pança-de-burro), preso no queixo ou no nariz.

A mulher rural usava saia comprida e rodada em tons escuros e blusa clara. 

chiripá
Depois de 1820 surgiu uma nova versão do chiripá, que se assemelhava a uma fralda gigante e era passada pelo meio das pernas. Surgiu também o “chiripá Farroupilha” que cobria o joelho.
Nessa época, eles passaram a usar uma jaqueta fechada por grandes botões. Os lenços no pescoço eram feitos de seda (geralmente vermelho ou branco e, em casos de luto, preto – que com o passar dos dias era substituído por um com padronagem de petit pois ou xadrez). 


A mulher passou a usar um casaco rendado e pernas cobertas por meias. Os cabelos ficavam soltos ou trançados quando a mulher era solteira ou preso em um coque para as senhoras. Os sapatos eram fechados. Os acessórios eram broches, camafeus e fichú (espécie de lenço de seda ou crochê, fechado com broche). 

Exemplo de bombacha

A partir de 1865, surge a famosa bombacha – calça presa nos tornozelos por botões -, trazida ao Brasil através da Guerra do Paraguai. Ela podia ser feita de brim, linho, tergal ou algodão, bem como pela mescla desses tecidos. Mas por algum tempo, usar bombachas em baile era desrespeitoso. Em cada área, a bombacha tinha sua própria característica: na Fronteira eram largas, usadas com faixas; na Serra eram estreitas; e havia uma média usada no Planalto. Tinham cós largo, mas sem alças para passagem de cinto, com dois bolsos grandes dos lados. Para o trabalho, as cores eram escuras e, para as festas, eram claras.  O uso de colete também foi comum em ambientes mais respeitosos.

Pilcha
É o traje oficial, tanto para homens como para mulheres, desde 1989, aprovado pela Lei Estadual da Pilcha. Tem uso preferencial em ocasiões formais e pode substituir trajes sociais no Rio Grande do Sul (até em atos públicos). Por isso, há recomendações a serem seguidas, dadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). São separados em três trajes: Pilcha para atividades artísticas e sociais; Pilcha Campeira e Pilcha para a prática de esportes. 

vestes masculinas

Pilcha masculina
Composta por bombacha, camisa de cores sóbrias ou claras – manga curta para ocasiões informais e comprida para as formais, lenço no pescoço – que pode ter oito tipos diferentes de nós -, pala, bota – menos na cor branca -, guaiaca, esporas, tirador (espécie de avental), colete, chapéu com barbicacho, paletó e faixa (tira de pano usada na cintura para prender a bombacha).

Figurino da série A Casa das sete mulheres, da Globo.

Pilcha feminina
Composta por vestido (ou saia e casaquinho), saia de armação, bombachinha (caça feminina que vai até os joelhos), meias longas, sapatos (pretos, brancos ou beges) e acessórios: fichú, xale, brincos discretos, anéis, camafeu ou broche, capa de lã ou seda, leque, faixa de prenda ou crachá e chapéu em ambientes abertos. 


Prendas
A prenda (mulher gaúcha) tem a vestimenta que mais me chama a atenção. O vestido deve ser preferencialmente de uma peça só, com a barra da saia batendo no peito do pé. Não pode ter decote. É obrigatório o uso de bombachinhas na altura do joelho. As mangas vão até os cotovelos, ¾ ou até o pulso. O lenço cruzado no peito não é obrigatório, mas tem uso comum. O acompanhamento de fichú também é opcional, assim como o xale. Meias devem ser longas e brancas ou coloridas, nunca transparentes. O sapato tem que ter salto cinco ou meio salto e precisa ser abotoado por fora, com uma tira que passa por cima do pé. Cabelos soltos ou trançados, adornados com flores e fitas. Brincos podem ser de argolas ou feitos de metal, é proibido que seja feito de plástico, a mesa regra vale para as pulseiras. Não se usa colar. A maquiagem é discreta, não podendo ter sombras coloridas, delineado forte e batom roxo. Sem relógios de pulso e sem luvas. 

dança típica
dança típica
Cena de casamento de A Casa das Sete Mulheres