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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Coisas que aqueceram meu coração na última semana

Meses sem dar as caras por aqui, então vim com um post amorzinho sobre as últimas coisas que deram um quentinho no meu coração.

1 - Vamos começar pela nova coleção da Moschino em parceria com a Maxis, desenvolvedora do jogo The Sims. Jeremy Scott, estilista da Moschino, se inspirou no mundo de The Sims para criar peças incríveis de vestuário. Voltei a jogar o The Sims 4 há algumas semanas (mas o meu preferido segue sendo o 3) e essa notícia me deixou encantada. Fora que moda se misturar com jogos daria um ótimo post, né? Anotado para o futuro! Mas por enquanto, fiquem com algumas fotos das peças da Moschino, que incluem maiôs, camisetas divertidas, vestidos e um icônico guarda-chuva:

 
OLHA ESSE BRINCO! Você pode ver mais fotos nesse link.

2 – Ando obcecada por Bring Me The Horizon desde que vi a apresentação deles no Lollapalooza 2019 pela TV. Eu ouvi muito a banda lá pelos meus 17 anos, então deu um sentimento delicioso de nostalgia. Mas o melhor é a música Mother Tongue, do álbum AMO, onde Oli Sykes canta “don´t say you love me, fala: amo” que tem me acompanhado desde o show. Ouçam:


3 – No geral achei bem decepcionante a estreia da última temporada de Game of Thrones, parecia que eu estava assistindo a uma fanfic de Jon e Daenerys, mas um momento fez tudo valer a pena, inclusive me arrancou lágrimas. E esse momento foi colocado em imagens pelo perfil @gameofthronesdailyfeed:


Quer reencontro mais esperado que esse? Viva Arya Stark e Jon Snow (ou seria Aegon Targaryen?)

Bom, por hoje é só, espero voltar em breve!

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Meus favoritos – novembro de 2018

meus favoritos de novembro de 2018

Vou começar hoje uma nova coluna que eu amo ler em outros blogs: sobre os meus favoritos do mês decorrente. Vai abranger músicas, coisas que assisti, livros, jogos (sim, sou dessas!) e o que mais aparecer no mês. Os meus favoritos não necessariamente foram lançamentos do mês, mas me conquistaram esse mês. O primeiro é agora de novembro de 2018, vamos lá?

O que ouvi em novembro

Voltei a jogar SongPop, dessa vez o 2, e ando obcecada com as músicas que tenho relembrado ouvindo por lá. Tenho as playlists que comprei como Avenged Sevenfold e Disturbed, mas tenho também playlists mistas com músicas das bandas Heart, Apocalyptica, Rise Against, Twenty One Pilots e X Ambassadors (clique no nome para ouvir as respectivas músicas).

O que assisti em novembro

Basicamente tenho assistido coisas da Netflix, entre eles reassistindo e sofrendo o anime Death Note  junto com o namorado. Também estou vendo a série Itakiss: love in Tokyo. Me apaixonei demais pelo anime Itazura na Kiss, tanto que tive que ir pro dorama.E comecei a ver Destinos Macabros, uma série interessante sobre turismo diferente de tudo que já vi.

O que li em novembro

Muita coisa! Comecei a ler Feira das Vaidades de William Makepeace Thackeray, mas não estou muito nas épocas de leituras, e quando estou nesses tempos prefiro algo bem mais tranquilo, como poemas, que me fazem repensar a vida e em quem sou. Então li recentemente A Princesa Salva a Si Mesma Neste Livro da Amanda Lovelace e O que o Sol Fez com as Flores da Rupi Kaur e estou lendo Tudo Nela Brilha e Queima da Ryane Leão. Além disso, estou tentando terminar Linha M da Patti Smith ainda esse ano, mas como eu estava esperando um novo Só Garotos acabei empacando na leitura. Também, para melhorias na vida e por questões de @pelelindasendopobre estou lendo Eat Pretty da Jolene Hart. E pra concluir, terminei recentemente de ler O Milagre da Manhã de Hal Elrod.

Skincare

Para quem não sabe sou a louca dos cosméticos e dos cuidados com a pele. Lancei um Instagram só para falar sobre isso, o @pelelindasendopobre. Sigo obcecada com cuidados faciais nesse mês (desde que comecei a cuidar pra valer da pele em junho). Você também pode acessar o blog Pele Linda Sendo Pobre clicando aqui.

O que joguei em novembro

Como eu disse, voltei com Song Pop! Mas também estou jogando o novo Candy Crush Friends e um joguinho incrível de produtividade chamado Habitica. Você estabelece metas e quando as cumpre na vida real, você marca lá e seu personagem vai ganhando ou perdendo pontos. Um incentivo e tanto!

jogos para Android

Abaixo está a interface do jogo Habitica, onde você coloca os desafios que fará na vida real e vai atualizando o jogo quando cumpriu e também quando não cumpriu, para ganhar (ou perder) pontos:

Habitica

Habitica é mais um aplicativo que poderia facilmente entrar no post sobre dicas para se organizar com aplicativos e bullet journal (aliás, já conferiu?)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Os melhores de 2017

Olha quem chegou atrasada para fazer post de retrospectiva & melhores do ano aqui o/. Culpa da loucura de dezembro: primeiro a gente trabalha dobrado pra dar conta do serviço da época das férias, depois nas férias a gente tem que fazer tudo que a gente não faz enquanto está trabalhando. 

2017 foi um ano bom. Consegui finalmente colocar meditação na minha rotina e estou há cinco meses praticando mindfulness diariamente. Também foi um ano com leituras fortes, que me ensinaram muito! 
Mas em vez de eu ficar nessa lenga-lenga de relembrar o ano, prefiro colocar aqui as listas com os melhores de 2017, na minha humilde opinião. Bóra lá? 

Melhores livros de 2017
Melhores livros de 2017
 Esse ano, os livros que ganharam disparados meu coração foram O Segredo dos Corpos, do Dr. Vincent Di Maio e Ron Franscell (resenha aqui e uma pequena história tirada do livro aqui) e O Conto da Aia da Margaret Atwood (Fiquei tão impactada que emendei esse livro com a HQ Persépolis e me rendeu uma boa reflexão aqui). Destaques também para Confissões do Crematório da Caitlin Doughty, que me fez pensar sobre a morte (também fiz resenha); A Cor Púrpura de Alice Walker; pros excelentes livros das irmãs Brontë: Jane Eyre da Charlotte e O Morro dos Ventos Uivantes da Emily com resenha conjunta aqui; 1984 do George Orwell que narra praticamente nossa atual situação política e para o último livro que li ano: A Sangue Frio, do Truman Capote. Sobre A Sangue Frio: é um forte relato de um crime verdadeiro, escrito por um não jornalista, mas que é exemplo para todo jornalista. Foi me recomendado na faculdade e eu me arrependo de ter demorado tanto para ler. Um exemplo de como expor fatos. É o mais próximo de imparcialidade que já li num livro reportagem.
Melhores filmes de 2017

Melhores filmes de 2017

Logan (2017) tá no topo da lista pela sensibilidade, a história, a produção. Depois vem Jane Eyre (2011) porque ano passado viciei nessa personagem. Só assisti em 2017 Animais Fantásticos e Onde Habitam (2016) e fiquei encantada com o Newt Scamander do Eddie Redmayne. Dos sete filmes dessa lista de “Recomendo: 7 filmes para assistir no Netflix“, com exceção de A Vida Secreta das Abelhas, vi todos esse ano e além de ter amado, indico fortemente. São eles: Christine: o carro assassino (1983), Grandes Olhos (2014), Chamada de Emergência (2013), Fuga de Alcatraz (1979) e Razão e Sensibilidade (1995). Tem resenha deles no post já citado.
 
Melhores séries de 2017
Foi o ano em que terminei de ver Sons of Anarchy, então me deixem enaltecer essa série mesmo que ela tenha terminado em 2014? Melhor série da vida (mentira, a melhor da vida é Breaking Bad)!
Das lançadas esse ano, a melhor que vi foi The Handmaid’s Tale. The Strain teve seu final esse ano e também devo dizer que amei, embora não sem críticas ao final bonitinho e feliz que PARA NÉ, queria catástrofe – mesmo assim não tem como não entrar nos melhores do ano. Atypical foi a série que mais me impactou – exemplo de como falar de um assunto sério de uma maneira leve. Dear White People me faz pensar em como ajo errado e em como quero e preciso melhorar, escrevi um pouco sobre aqui. Grace and Frankie é só amor e eu mal vejo a hora da quarta temporada estrear – cheguei a escrever sobre a necessidade de uma série como essa! American Horror Story: Cult começou boa e se perdeu no meio, faltam dois eps para eu terminar, pensei que entraria nas melhores do ano, mas não. Assim como Girls, que acabou e já foi tarde, odiei.

Melhores álbuns de 2017 - música
Melhores álbuns de 2017

  • Stone Sour - Hydrograd
  • Imagine Dragons – Envolve 
  • Kasabian - For Crying Out Loud
  • Foster the People - Sacred Hearts Club 

publicações obvious
 • As vestes papais
A série "The Borgias", da Showtime, conta a história do Papa Alexandre VI e de sua família. Foi ela que inspirou esse artigo, sobre as vestes usadas pelo soberano da Igreja Católica: o Papa.

• Como tudo começou: expressões populares
Usamos muitas expressões populares nas nossas conversas diárias, certo? Mas, qual a origem delas? Como começaram essas histórias de “João sem braço”, “Quebrar um galho”, “Tirar o cavalo da chuva”, “Fazer uma vaquinha”, “Bicho de Sete Cabeças”, “Casa da Mãe Joana”, “Voto de Minerva”, “Chorar pelo leite derramado”, “Pensar na morte da bezerra”, “Salvo pelo gongo” e “Conto do vigário”? Tá tudo aqui, ó!

• Cirurgias plásticas sem objetivos estéticos: conheça a arte de Orlan
Orlan é uma artista completa: faz esculturas, fotografias e usa seu próprio corpo como base para cirurgias plásticas com objetivo artístico. Ela guarda todas as sobras de suas cirurgias. Isso mesmo, ela guarda as partes de seu corpo (pele, carne e até gordura) para si e mais tarde as inclui em suas exposições.

• As obras da Danse Macabre
As representações da Dança Macabra colocam a própria Morte como uma pessoa que conduz os mais diversos personagens à caminho de seus próprios túmulos.

• A macabra história real dos caçadores de cabeças
Muitos povos caçavam cabeças dos seus inimigos e as guardavam como se fossem troféus. Nesse texto, reúno algumas dessas histórias, que, embora pareçam ficção de terror, são reais. 
Melhores produtos de beleza 2017
Esse foi o ano que me decepcionei com um produto que todo mundo parece amar na internet: Serozinc, da La Roche Posay. Não diminuiu a oleosidade da minha pele, nem passando antes, nem depois da maquiagem.
Mas foi também o ano em que conheci produtos ótimos! Principalmente os baratinhos para o cabelo, que são uns achados!

Melhores produtos de beleza 2017

1 - o melhor produtinho desse ano é o Tea Tree Serum da SJ Clinicals que fez milagre no meu rosto! Amei de paixão, foi presente da minha sobrinha.
2 - Fiquei de cara com esse shampoo e condicionador roxos da Salon Line. Livre de derivados de petróleo, com ótima pigmentação, que realmente tira todos os tons amarelados, deixando-os mais acinzentados. O melhor é o preço, super amigo.
3 - Adorei esse tratamento para olheiras da Renew. O aplicador facilita muito a passagem do produto, além de ajudar a economizar na quantidade.
4 - Água micelar é vida! Uso para tirar maquiagem (menos da área dos olhos, porque não funciona muito). Mesmo depois de limpar a pele, a água micelar da Cicaticure ainda retira impurezas que sobraram mas que a gente nem imagina que ainda estão por lá. Essa em especial tem um ótimo preço, o único problema é que tem fragrância bem enjoativa.
5 - A linha Deita Cabelo da Muriel Cosméticos cumpre o que promete: diminui muito o volume, reduz o frizz e hidrata demais os cabelos. Em comparação com a linha Desmaia Cabelo da Forever Liss, o preço é bem baixo.

Ainda tem mais post de retrospectiva arquivado aqui, dessa vez com fotos. Ou seja: volto logo!
Por hoje, isso é tudo pe-pe-pe-pe-pe-pessoal!

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Além da série: Girlboss e Dear White People

Quando eu gosto de alguma série, costumo ir atrás de outros materiais disponíveis sobre ela, como livros, HQ's ou filmes que a originaram. Já demonstrei isso aqui no post "Mini overdose de Os Bórgias" e hoje trago duas outras séries que assisti recentemente e busquei outras alternativas de conhecer a história: Girlboss e Dear White People!

Britt Robertson interpreta Sophia Amoruso

Girlboss (série e livro)

Quando a série Girlboss estreou no Netflix, eu fui correndo assistir. Antes de mais nada, um pequeno resumo: o programa e o livro falam sobre a história real de Sophia Amoruso, que muito jovem criou uma loja no ebay chamada Nasty Gal para vender peças vintages, que acabou crescendo muito em vendas e sucesso. Me apaixonei pela serie em um primeiro momento, mas como era de se esperar, quando todo o “boom” da estreia passou, eu comecei a prestar atenção nos problemas. A Sophia da série é inconsequente e mesquinha, não vendo problemas em afastar os outros para conquistar seus objetivos, em roubar por puro hobbie ou em desprezar quem pensa diferente dela – como podemos ver nas cenas com os compradores vintages. Mas o figurino ainda é de tirar o fôlego e, vocês sabem né, tem roupa bonita já me ganha... Além disso, há todo um incentivo para você persistir nos seus sonhos e dicas valiosas de sucesso comercial no seriado.

E foi por isso que eu furei minha lista de livros e trouxe #GirlBoss (que já estava lá para ser lido quando desse tempo) para o topo. O livro autobiográfico difere bastante da série, principalmente por não existirem personagens como Annie (a melhor amiga de Sophia na série) – e por nos mostrar que a mãe de Amoruso não a abandonou na vida real. O livro é mais pé no chão e menos inconsequente que a série, nos dá muitas dicas sobre empreendedorismo e nos dá um parâmetro maior sobre a Nasty Gal. O grande problema aqui foi saber, depois de ler o livro, que Sophia nunca foi tão respeitosa com seus funcionários como ela conta. Se aqui valer o discurso “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”, então a leitura vale a pena.

Dear White People, série da Netflix

Dear White People (série e filme)

Antes de tudo, vamos a uma breve sinopse: ambas as obras discorrem sobre movimentos de lutas negras, dentro de uma Universidade (Winchester) de predominância de elite branca, com seu grande ápice em uma festa blackface – que nos mostra escancaradamente os horrores do preconceito.

O seriado, por ter um tempo maior, faz um mergulho nos personagens principais e dá mais espaço para questões singulares – que no fim englobam um todo. Um dos meus personagens preferidos, o estudante de jornalismo Lionel, tem um destaque muito maior na série do que no filme, por exemplo. Ainda que eu não seja apta para falar sobre racismo, me sinto segura em afirmar que o filme me trouxe mais impacto nas questões raciais do que a série. Elas chegam em nós, espectadores, de maneira mais explícita, nos acertando em cheio. Por mais que nos esforcemos para que o racismo não exista, há muita coisa enraizada em nossa sociedade e que nos parecem “normais” por pura ignorância, que ferem e ofendem pessoas negras (e que precisa ser trabalhado urgentemente). Dear White People nos ajuda a enxergar isso. Aqui, um ponto perspicaz entre filme e série, é a presença no seriado de uma cena em especial, que não vou citar para evitar spoilers, que me arrancou lágrimas. Quem já assistiu, vai saber do que se trata: envolve o personagem Reggie e uma discussão em uma festa. Outra coisa que surgiu na série foi o poema (derivado da cena que citei), escrito pelo mesmo personagem, que mexe profundamente com qualquer pessoa, até mesmo aquelas que como eu não entendem muito de poesia ou não sofrem com racismo. É profundo, é triste e é, infelizmente, real.

Lionel de Daer White People
O Lionel da série do Netflix, interpretado por Deron Horton. No filme, o papel dele foi dado para Tyler James Williams.

O racismo é real e assistir Cara Gente Branca é como retirar uma venda dos olhos. É como no caso da festa com o uso de blackface - onde pessoas brancas se "fantasiam" de uma pessoa negra. Uma fala que reparei no filme e não lembro se também existe na série, é quando um garoto (branco) diz algo como “prova de que o racismo não existe é que estamos fazendo piada com isso”. Na verdade, uma preciosa lição com ambas as produções audiovisuais, é que a prova de que o racismo existe é justamente enxergarmos como natural algo como uma festa blackface. Se você discorda, por favor, assista Dear White People.

E para quem se interessou tem dois textos na revista Ovelha, escritos pela Karoline Gomes, que são infinitamente mais esclarecedores do que essa minha pequena resenha: “Um filme para as queridas pessoas brancas” e “Cara gente branca, esta série não é sobre vocês”.

Vale muito a pena todas as caras pessoas brancas assistirem o filme e a série de coração e mente abertos,  para aprendermos um pouquinho sobre o que não devemos fazer (e até para refletirmos o que podemos fazer para ajudar no combate ao racismo).

quarta-feira, 24 de maio de 2017

A necessidade de uma série como Grace and Frankie

Alerta de spoiler das 3 temporadas de Gracie and Frankie

Grace and Frankie
Grace and Frankie é uma das séries mais bem feitas e necessárias da atualidade, por inúmeras razões. Em primeiro lugar, podemos destacar a forte amizade e cumplicidade entre as duas protagonistas, que tem mais de 70 anos. E não pensem que é uma amizade construída durante anos: embora Gracie e Frankie convivessem há décadas, elas apenas se toleravam, até o dia em que seus respectivos maridos as largaram. Com os cartões de créditos cortados por eles, sem ter para onde ir, as duas se veem obrigadas a morarem juntas na casa de praia que os casais compraram em conjunto. A partir daí, a convivência as aproximou e, embora elas tivessem muitos problemas no começo, o fato de que estavam passando pelos mesmos obstáculos as uniu. Com personalidades opostas – Frankie é toda hippie, cultua vários deuses, é simples, mística, usa maconha, enquanto Grace é entojada, ex empresária, bem sucedida, cristã, nunca se envolveu com drogas (até a terceira temporada) a não ser o álcool – as duas mostram que os diferentes podem sim conviver num mesmo espaço e se complementarem, no lugar de se dividirem. Embora a série seja de comédia, as duas não formam aquelas personagens loucas e clichês desse tipo de programa, pelo contrário, mostram um lado maduro de mulheres com idades mais avançadas, que se redescobrem ao se verem sem seus maridos nessa altura da vida e passam a recusar que o número da idade as defina. A sociedade pode até julgá-las incapazes, mas elas sabem quem são e o que podem fazer! No decorrer da série, podemos ver a evolução delas, principalmente no âmbito sexual: a redescoberta da sexualidade, as dificuldades de encontrar produtos sexuais próprios para a idade (a ponto de empreenderem juntas nessa área). Grace and Frankie vem para mostrar que o apetite sexual ainda existe, mesmo depois dos 70 anos. Elas descobrem também que ainda podem e devem viver! Saem para um bar, bebem todas, dançam em cima das mesas, flertam com outros homens. E elas bebem muito - não só no bar, mas todos os dias, em casa também. Martíni seco com duas azeitonas é a bebida preferida de Grace. 
Robert e Sol, Grace and Frankie
Os personagens Robert (ex marido de Grace) e Sol (ex marido de Frankie)
Outro ponto importante da série vem com a homossexualidade assumida e vivida na terceira idade, entre Sol, ex marido de Frankie, e Robert, ex marido de Grace. Dois advogados que esconderam por 20 anos um caso e sabe-se lá por quantos mais suas opções sexuais. Ao assumirem, eles vão também descobrindo juntos como lidar com isso.

Outra questão presente no programa é a adoção. Frankie e Sol não têm filhos biológicos, tanto Nwabudike, quando Coyote são adotados. É assunto pouco explorado ao longo das temporadas, com exceção do episódio em que Coyote conhece sua mãe biológica e no fim admite que Frankie é sua verdadeira mãe. O legal de não se falar da adoção constantemente é que isso nos trás uma naturalidade ao tema. Por que deveríamos falar mais sobre esse ato, se no final das contas, os dois são filhos de Sol e Frankie de qualquer forma? O que muda? O sangue? A gestação? Aqui, faz-se valer o velho e verdadeiro clichê de que “pai [e mãe, acrescentemos] é quem cria”. Achei muito interessante a série abordar com tanta sutileza esse tema e ainda assim chamar a atenção para isso. 
Bud, Coyote e Frankie trançando alho
Os irmãos adotivos Bud e Coyote fazendo tranças de alho com a mãe Frankie e seu namorado Jacob.
No quesito mulheres encontramos, além das protagonistas fortes, também as duas filhas de Grace e Robert. De um lado, temos a que escolhe ser do lar e ter quatro filhos (Mallory). Do outro, temos Brianna, que parece ter pavor de relacionamentos sérios, não gosta de crianças e provavelmente não se vê como mãe. Elas mudam muito no decorrer da série e isso nos mostra que ninguém precisa estar no mesmo lugar e com a mesma opinião sempre. Mallory, por exemplo, vê que seu casamento não está mais a satisfazendo. Mas e agora, o que fazer? Ela tem quatro filhos para criar! Será que pais separados não farão as crianças crescerem problemáticas? Talvez seja melhor se sacrificar num casamento sem amor em prol de um bem maior, não é? Não! Ela vai lá e quebra o mito de que mulher tem que aguentar casamento por causa dos filhos e reconhece que, o melhor exemplo que pode dar para as crianças, é ter coragem para se separar, assim como o próprio pai fez. Ela enxerga a felicidade de Robert e quer ser feliz também. E também sabe do erro do pai: demorar 20 anos para se separar da mãe, aumentando o sofrimento de todos. Ela escolhe ser feliz logo e pede o divórcio. 
Mallory e Grace, Grace and Frankie
Mallory ao lado de sua mãe, Grace

Se Mallory sonhava em se casar e ter uma família, sua irmã Brianna é seu oposto e gosta de ser exatamente quem é: uma mulher adulta, solteira, de personalidade forte. Na primeira temporada, vemos Brianna em sua cozinha acompanhada de Bud, que fazia um jantar para um casinho dela. Pois é, Bree não é boa na cozinha, como se espera que as mulheres sejam. Num momento da conversa dos dois, Bud diz que Brianna quer o que todo mundo quer, alguém a esperando quando ela chegar em casa que fique feliz ao vê-la. Para isso, ela responde algo como “verdade, preciso ter um cachorro”. A partir daí, ela não mora mais sozinha: ela adota um cachorro! 
 
Brianna de Grace and Frankie
Ela chega ao ponto de perder um namorado por ser sincera e dizer que não imagina um futuro com ele. E ela sofre com essa perda, mas mantém sua posição mesmo quando o cara pede demissão do emprego por causa disso (pois ela é chefe dele). Mas depois, nós temos uma cena em que Mallory conta para Brianna sobre seu casamento que está desabando. Ao analisarem o tipo ideal de homem para elas, Brianna percebe que perdeu um partido e tanto com o namorado que dispensou. Ela sente falta dele, então, decide ir atrás. Ela não dá indícios de se arrepender da resposta que deu, apenas quer tê-lo de volta nesse momento. Ele já está com outra pessoa, mas isso não faz Brianna ficar se lamentando. Ela está decidida a lutar por ele. Veja bem: ela se arrepende de ter deixado o cara que realmente se importava com ela ir embora, mas ela também sabe que foi fiel a si mesma na hora em que fez isso. Prova de que ela não mudou suas atitudes em prol de um namoro é que ela fala para Frankie, na última cena em que aparece na terceira temporada, que está convencendo-o a deixar os escrúpulos de lado e transar com ela. Ou seja: ela decide usar sua forte personalidade para tentar reconquistar o namorado (ou tê-lo por uma noite? Saberemos na próxima temporada).

Também na terceira temporada, mais uma questão necessária surgiu, ainda sem desfecho: a namorada de Bud fica grávida, mas podemos perceber que não é um filho desejado no momento.

E se eu ainda não te convenci a assistir Grace and Frankie (ou, se você já assistiu, a reconhecer como essa série é essencial para os nossos tempos), preciso fazer outro adendo: nem tudo são mil maravilhas na terceira idade e a série não foge disso. Temos o ataque cardíaco de Robert, seguido de uma cirurgia que poderia matá-lo. Temos tanto Grace quanto Frankie sofrendo com a coluna travada num dia que tinham que comparecer a uma reunião importante de trabalho. As duas ficam no chão por horas, até decidirem ligar para os ex-maridos socorre-las, levantá-las do chão e alcançarem seus remédios. Aí, elas são obrigadas a mudar a estratégia para a reunião: em vez de presencial, foi feita via Skype, para esconderem os problemas na coluna. Nessa cena, podemos ver Robert e Sol embaixo da mesa onde está o notebook por onde as duas estão fazendo a conferência. Robert alcança uma almofada para Grace ao ver que ela estava sentindo dores durante a reunião. Sol tira rapidamente do campo de visão da câmera frascos de compridos. Alí, eles estavam sendo humanos com elas novamente (vamos combinar que traí-las por 20 anos foi bem desumano, certo?). 

Grace and Frankie
Cena onde Grace e Frankie ficam no chão por causa das colunas travadas
E somos confrontados no final da última temporada disponível com um mini-derrame de Frankie, que mostra que ela já havia sofrido, há dez anos, um derrame mais sério. Frankie fica abalada ao ter que cuidar da saúde, abdicando de alimentos, viagens, passeios de balão, enfim. Vemos esse conflito nela e também sentimos seu medo: o artigo que ela leu (dado por Grace) dizia que quem já teve dois derrames com certeza terá um terceiro. Não se sabe em quanto tempo. Talvez em dez anos de novo ou talvez no dia seguinte. O que será que nos aguarda na quarta temporada? Frankie vai escolher se divertir, comer o que tem vontade, viajar, talvez se mudar para o Novo México? Essa opção faria com que talvez sua vida fosse encurtada, em compensação ela aproveitaria mais a vida e o seu jeito Frankie de ser! Ou será que ela vai optar por se cuidar na alimentação, medir constantemente a pressão, tomar remédios e mais remédios e não viajar, não andar de balão, não mudar para o Novo México e ter mais anos para viver, mas sem aproveitar nada do que ela ama? Será que tem como encontrar um meio termo aí? Veremos na(s) próxima(s) temporada(s)!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Mini overdose de Os Bórgias

Esse ano maratonei a série The Borgias, originalmente lançada pela Showtime, presente no catálogo da Netflix. A história gira em torno de Rodrigo Bórgia, o espanhol que se tornou o Papa Alexandre VI, e de seus quatro filhos: Juan, Cesare, Lucrécia e Jofre. Além deles, outros personagens em destaque são suas duas amantes Vanozza dei Cattanei, mãe de seus filhos, e Giulia Farnese. Entre incestos, corrupção, guerras e alianças, a série viaja pela história daquela época romana e mostra os bastidores da vida do pontífice. Os figurinos chamam a atenção, destacando características da renascença. Por causa disso, pesquisei mais sobre as vestes papais e reuni tudo em um artigo para a obvious magazine, que você pode ler clicando abaixo:

Rodrigo Bórgia

Através dessa pesquisa, meu interesse no assunto aumentou mais. Então descobri da existência da história em quadrinhos Bórgia, escrita por Alejandro Jodorowsky e ilustrada pelo italiano Milo Manara, famoso no ramo erótico. São quatro edições: 1 – Sangue Para o Papa, 2 – O Poder e o Incesto, 3 – As Chamas da Fogueira e 4 – Tudo é Vaidade. Claro que fui atrás e li todas. Recomendo fortemente, inclusive. Mas um aviso: há situações pesadíssima, que impactam, embora tenha muita coisa que não condiz com a realidade.

HQ Os Bórgias




Depois da HQ, engatei também com a leitura O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. Há anos tenho esse livro, mas só parei para ler agora e acho que foi o momento certo, pois entendi todas as referências. Ele cita muitas vezes o Papa Alexandre VI e toma como exemplo Cesare Bórgia e suas conquistas. Há quem defenda que o livro foi totalmente escrito inspirado pelo filho do Papa. O escrito é de 1513, mas continua extremamente atual. É possível visualizar a situação política de hoje nos exemplos de Maquiavel. A edição que tenho é comentada por Napoleão Bonaparte e essa é única parte chata de ler, porque ele fez anotações extremamente prepotentes, sempre se achando invencível e exemplar.

O Príncipe, de Maquiavel
 
Maquiavel, inclusive, aparece na série Os Bórgias, interpretado por Julian Bleach.

PS.: Não quero furar novamente minha lista de leituras, mas já fiquei sabendo de um livro chamado Bórgia - O Papa Sinistro, de Volker Reinhardt, que eu preciso ler!  

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Algumas considerações sobre 2016

Esse ano foi um daqueles que a gente torce para tudo não passar de um pesadelo ou de uma piada de mau gosto. Infelizmente, ele aconteceu de verdade e muita coisa ruim veio junto. Janeiro já começou com a morte do meu grande amor David Bowie. Em abril, sofri uma perda familiar da qual ainda não me recuperei: perdi minha avó materna. No geral, o cenário político brasileiro (mundial, vai) está uma tristeza só. Recentemente, tivemos a queda do voo com o pessoal da Chapecoense e com 20 profissionais da imprensa, com poucos sobreviventes. Ninão, o cachorro que ouso dizer ser o mais famoso do Brasil, morreu. E essas coisas ruins são apenas um pequeno exemplo de como o ano foi péssimo.

Mas como hoje em dia sou uma pessoa muito mais positiva, vou tentar enumerar algumas coisas boas (e pessoais) que fizeram meu 2016 não ser um completo breu. 

1 – Minhas publicações na obvious esse ano: 

• A mistura inusitada do corpo humano com a tecnologia
"Você já deve conhecer a prática de suspensão corporal, certo? Mas é pouco provável que já tenha visto um corpo com uma orelha no braço. E se esse corpo, além de ter uma terceira orelha, também fosse suspenso? Stelarc, artista que mistura anatomia, robótica e tecnologia digital, fez esse e outros experimentos".

• Moda em terceira dimensão
"As impressões em 3D vêm revolucionando muitas esferas de nossas vidas. Em meio a infinitas possibilidades de imprimir objetos, órgãos, móveis e imóveis, comidas e milhares de outras coisas, a moda não poderia ficar de fora e também mergulhou de cabeça nessa onda. O resultado são produtos inovadores. Quer conhecer alguns?"

• Meditar ou não, eis a questão
"A meditação é uma prática muito antiga, que persiste até os dias de hoje. Muito se ouve falar sobre seus benefícios, mas,existem pessoas que questionam isso".

• Afinal, o que é ser belo?
"A beleza é determinada de acordo com a época em que vivemos ou ela é subjetiva? Como vamos estabelecer o que é esteticamente belo se cada um de nós carrega uma bagagem diferente e tem percepções particulares? Como alcançar a beleza ideal se ela está sujeita a mudanças de tempos em tempos? O que significa essa tal de beleza?"

• As atrocidades do canibalismo humano
"Canibalismo é o ato de se alimentar de um ser da própria espécie. No reino animal, é uma prática comum e fácil de aceitar. Mas e quando a prática é entre humanos? Houve um tempo em que isso fazia parte do dia-a-dia de muitos povos".

• As semelhanças e a vestimenta dos incas, maias e astecas
"A Era pré-colombiana diz respeito à história das Américas antes do aparecimento dos europeus, abrangendo os povos do Paleolítico Superior até a colonização que ocorreu na Idade Moderna (ou seja, o termo inclui a história das culturas indígenas americanas até sua conquista de fato). Vamos focar aqui em três famosos povos pré-colombianos (maias, incas e astecas), comparando suas semelhanças".

Esse último texto foi inspirado no meu Trabalho de Conclusão de Curso em Produção de Moda!

2 – Livros que me fizeram olhar a vida por outro ângulo: 

No início do ano passei por algumas mudanças e minha irmã me deu dois livros do Pe. Marcelo Rossi (Philia e Ruah) que eu recomendo para todos, por ter uma escrita leve e encorajadora. Não sou católica, mas as palavras do padre me confortaram e volta e meia retorno a algum trecho para me sentir em paz. Minha cunhada me emprestou outro livro dele, chamado Ágape, que também é incrível.

Alucinadamente Feliz -  Jenny Lawson
Esse livro mudou minha vida, sério. A começar pela capa de um simpático gambá empalhado. Depois, senti que a autora me compreendia. Ri e chorei lendo. E já quero reler! Escrevi sobre ele aqui.

A Arte de Pedir - Amanda Palmer
Aqueceu meu coração quando terminei de ler Alucinadamente Feliz e fiquei perdida na vida, haha. Amanda é uma pessoa incrível. Também escrevi sobre esse livro.

A Mágica da Arrumação - Marie Kondo
Muito amor com as minhas roupas. Essa é minha vida pós Marie Kondo.

Vista quem você é - Cris  Zanetti e Fê Resende
Um grande processo de autoconhecimento e mais amor ainda pelas minhas roupas. Esse livro e A Mágica da Arrumação me ajudaram um bocado, como eu conto aqui.

Mulheres, Comida & Deus - Geneen Roth
Apesar do nome, nada tem a ver com religião ou crenças. Esse livro fala sobre alimentação intuitiva e vale muito a pena para quem, como eu, passa por transtornos alimentares.

Zumbis x Unicórnios - Org. Holly Black e Justine Larbalestier
Ainda não sei definir esse livro. Mas tentei expressar um pouco sobre minhas impressões nesse post.

PS.: daqui alguns dias posto a lista de todos os livros que li esse ano. ♥

3 – Álbuns que me tiraram do caos:

• Obviamente o melhor dos melhores para mim esse ano foi o novo do Avenged Sevenfold: The Stage. Mal tinha lançado e eu já estava ouvindo! Foi trilha dos meus últimos dias no curso de moda.


• Depois, viciei em Sleigh Bells, com o álbum Jessica Rabit. Confesso que esses dois primeiros continuam no meu repeat enquanto dirijo. 

• E aqui do Brasil, destaque para Tássia Reis com o álbum Outra Esfera.

4 – Entreguei meu TCC e me formei em Produção de Moda. Ainda não estou com o diploma em mãos e isso faz com que eu me sinta meio estranha em me autodeclarar profissional reconhecida pelo MEC. Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

Sobre meu trabalho, fiz durante um ano pesquisas. O resultado foi a monografia “Povos do Sol – as vestimentas maia, inca e asteca traduzidas aos dias de hoje”. Aprendi muito com a minha pesquisa, li muitos artigos acadêmicos, reportagens e alguns livros (ou trechos deles) sobre o tema. E percebi que não temos material em português sobre a indumentária desses povos. Então, um dos meus projetos para 2017 é transformar essa pesquisa em livro.

 

No processo do trabalho, tive que criar minha própria marca, com toda a parte publicitária, passando pelos croquis da coleção “Povos do Sol”, criação de uma vitrine temática, editorial de moda (com produção e fotografia minhas), modelagens, peças pilotos e planejamento de desfile (incluindo a parte mais prazerosa: escolha das músicas). 


5 – Escrevi dois livros e meio. Dois romances e a monografia que é meio passo andado para a conclusão do livro. Projetos para 2017.


6 – Lancei meu próprio negócio de lembrancinhas personalizadas e assumi quase todas as artes finais da gráfica onde sou sócia-proprietária e também arte finalista (além de produtora de conteúdo para mídias sociais). A parte que mais me dá prazer é a diagramação de jornais, uma maneira de manter viva a formação que escolhi (além das publicações na obvious, claro).


7 – Outra forma de manter a formação em Jornalismo atualizada, foi o curso Mídias Sociais e as Relações Humanas que fiz online, pela Cásper Líbero. Me ajudou de tantas maneiras na vida pessoal e profissional que não tem nem como explicar.

 
8 – E me envolvi em um projeto chamado “Festas, criações e cia”. É um evento de fornecedores para todos os tipos de festas, com exposições de convites, decoração, copos, lembrancinhas e doces. Mais eventos estão previstos para 2017! Além de fazer parte da organização, também cuidei da página do Facebook e claro, da exposição das lembrancinhas que produzi. Foi tudo muito lindo!

 

9 – Séries e filmes

Estou com quase todas as séries que eu assisto atrasadas. Salvo Game of Thrones (que teve um season finale perfeito), Broad City (que terminei a terceira temporada recentemente e – MEU DEUS – foi muito boa), Narcos (que teve a melhor segunda temporada do mundo!) e The Strain (com a melhor temporada da série até agora, minha preferida do ano). Parei no meio de American Horror History - Roanoke, mas também estava gostando (vou deixar para terminar de ver em 2017). Teve também a série Girls in the house, disponível no YouTube que foi só eu ver um teaser que me apaixonei e devorei nos meus minutinhos de folga. Entrei na febre Stranger Things, mas ainda não sei se gostei realmente ou não (vou ver a segunda temporada porque o elenco infantil é o mais talentoso que já vi na vida!).

Já sobre filmes, alguns me prenderam tanto que eu recomendo pra todo mundo: Warcraft: O Primeiro Encontro Entre Dois Mundos (2016 - pra mim, foi o melhor lançamento do ano!); Controle: A História de Ian Curtis (2007 - o melhor de todos que vi esse ano); O que fazemos nas sombras (2014 - o segundo melhor que vi esse ano e olha que é de comédia); A Vida Secreta das Abelhas (2008); A Mão do Diabo (2001); Uivo (2010); Os 12 Macacos (1996); Ela (2013); El Cuerpo (2012); A Garota Dinamarquesa (2015); Sala do Suicídio (2011); Os Suspeitos (2013); O Presente (2015); Irreversível (2002); Nebraska (2013); Seven: Os Sete Crimes Capitais (1995).

E esse é meu balanço do ano, ainda que falte mais de 10 dias para 2016 findar. :)