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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Eu estava no meio de um tiroteio dentro de uma Universidade

Guernica de Pablo Picasso
Guernica do Pablo Picasso para ilustrar meu sonho porque sim
Eu era caloura em uma Universidade qualquer, que era dividida em blocos de moradias e em cada bloco moravam turmas específicas, tipo as panelinhas da época de escola. Eu morava em um dos blocos, mas não necessariamente participava de uma única turma, eu era amiga de todo mundo, de todos os blocos. Só que havia uma briga muito grande entre essas turmas. E a coisa era feia: tinham mortes, tiroteios, helicópteros caçando pessoas, gente fugindo, se escondendo, atirando. Eu também andava armada e em certos momentos era obrigada, para me defender, a colocar a parte que mira em um dos olhos, alinhar a arma e atirar num alvo. O problema é que descobri que, assim como nos jogos de tiros de videogames (aqueles em que usamos armas falsas) eu com uma arma real sou péssima também. Quanto mais certo eu mirava, mais eu tremia ao atirar. Uma coisa normal em mim: tremer. Outra coisa normal: eu ficar nervosa sob pressão e fazer tudo errado. Só sei que toda vez que eu precisava atirar em alguém, acabava desperdiçando balas para todos os lados. Eu sai atirando para todos os cantos possíveis! E fugir das balas atiradas em mim era um sofrimento que só.

Chorando, tremendo, com o coração quase saltando pela boca, eu tentava me esconder em qualquer espaço disponível. Eu ouvia os barulhos das balas passando há centímetros de mim. Inclusive, me escondi embaixo de uma montanha que tinha no campus, levantando a base como se ela fosse um imenso carpete. Todo o acontecimento foi horrível e a sensação bem real. Principalmente embaixo da montanha-carpete, quando as pessoas tentando se matar começaram a me pisotear. Foi aí, como num clique, que eu percebi que era um sonho. E pensei “caramba, eu viraria uma autora famosa se conseguisse descrever essas sensações em palavras. Meu livro chocaria o mundo, seria premiado!”. Aí tudo ficou mais fácil: eu podia andar pelo campus observando as mortes, os tiros, as ciladas e o principal: não precisava me preocupar em me esconder, se atirassem em mim eu não morreria, era apenas um sonho!

Acordei me perguntando: “e se eu estivesse errada? E se fosse tipo Matrix, se eu morresse no sonho, morreria também na vida real?”.
Meu cérebro é pior enquanto durmo ou enquanto estou acordada? Fica aí o questionamento.

P.S.: Eu fiquei observando os acontecimentos do sonho, enquanto estava dormindo, para poder escrever um livro (quando acordasse) que seria premiado. Lembro de todo o sonho até esse meu momento “eureca” onde eu seria uma escritora famosa e daí, adivinhem? É, não lembro nada da parte das observações. Por que, vida? Por quê?

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

sonhado com temaki


O preço da carne de salmão tinha aumentado (ou seja, tava mais cara do que já é) consideravelmente e o valor da carne de frango diminuído muito. Aí a pessoa aqui, louca por comida japonesa, teve uma brilhante ideia: fazer temaki de frango. Afinal, seria muito mais econômico. 
Chamei toda a minha família para um jantar e todos esperavam para provar a carne de frango crua, quando eu me dei conta de que: FRANGO, QUEM COME FRANGO CRU? Aí minha mãe lendo o desespero na minha face pergunta: "você sabe mesmo como preparar isso?" e eu, depois de muito pensar, respondo, já tranquila: "lógico! É só fritar o frango e temperar que nem recheio de coxinha, enrolar na alga e colocar cream cheese por cima. O arroz pode ser o normal mesmo, deixa eu só colocar açúcar e vinagre aqui".

Ainda bem que depois disso eu acordei. Imagine só que delícia provar essa minha receita incrível que meu cérebro criou enquanto eu dormia? Zulivre...

#vemnimimMasterChef

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Sonhando com perseguição e gravações

História 1: Eu fui perseguida loucamente por um assassino. Ao meu redor, o cenário era terrível: casas destruídas, ruas cheias de areia, tudo estava um caos. E eu corria muito, pra não ser assassinada. Porque afinal, todo mundo quer me matar, não sei por quê. Daí que, depois de correr pra todos os lados, acabei indo me esconder no fundo do pátio da escola em que estudei até a quarta série do fundamental e foi nesse momento que consegui ver o rosto do assassino. Era Tywin Lannister, minha gente. E não estou falando do ator e sim do personagem. Era o próprio Tywin que tinha renascido só pra me matar...

"Tô ~de boas~ aqui tramando sua dolorosa e horrível morte, Graziele, HUEHUE"

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História 2: Eu estava com a minha família num lugar enooooorme a céu aberto, com um salão vazio que tinha só um banheiro bem no centro. Só sei que eu estava lá porque tinha recebido um prêmio: assistir as gravações de X-men: Apocalipse. Eu esperava ansiosamente para ver os atores, mas só tinha gente desconhecida encenando. E eles não eram atores bons, definitivamente.
Sabe aquelas cenas em que os personagens ficam suspensos no ar? Pois então, estavam gravando um take desses, com o artista voando. Aí você pensa que ele estava sendo suspenso por cabos dentro de um estúdio com fundo verde, certo? Errado, ele estava lá, de boas, ao ar livre, num solzão de 40 graus, pendurado em um guindaste de um trator, assim, super normal.
Depois de um tempo, vi que uma multidão de pessoas estava indo pra cima de alguém e lógico que eu fui lá ver quem era, porque agora devia finalmente ser algum famoso. E lá estava Samuel L. Jackson (?) vestido com um sobretudo amarelo de vinil.

rsrs

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 E isso tudo por motivo de:
(a)    Sou louca
(b)   Ando assistindo muitos filmes e séries
(c)    Tenho um talento sobrenatural para criar ficções enquanto durmo
(d)   Todas as alternativas anteriores, acompanhadas de um enorme transtorno mental

Façam suas apostas!

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Quando eu conheci Daniel Radcliffe

E eis que estava rolando a terceira edição do SWU numa escola perto da minha casa. Sim minha gente, numa escola. E eu não tinha dinheiro para comprar ingressos. E Avenged Sevenfold ia tocar. Então, no primeiro dia do evento, sabe-se lá por qual motivo, eu estava andando numa rua próxima a escola, que estava fechada para carros. Tinham muitas pessoas felizes porque né, ao contrário de mim, iam assistir aos shows. E eu lá, toda deprê. Encontro uma amiga que eu não vejo a meses, paro para conversar e ela promete me arrumar ingressos para o terceiro dia do evento. Vibro de alegria. Me despeço. 

Descendo a rua quem me aparece? É, Harry Potter. Digo, Daniel Radcliffe. Todo magrelo, baixinho, com o cabelo liso até o ombro, todo oleoso. Passou por mim e eu não quis falar com ele porque estava envergonhada. Aí vi uma galera pedindo autógrafo. Tomei coragem, voltei. Falei pouca coisa, tipo “oi, posso te dar uma abraço? Me dá um autógrafo? Muito obrigada, sucesso” e saí desfilando.

Tinha uma confusão na rua, mas não consigo me lembrar o motivo. Porque lógico que se todo esse povo tinha ingresso pro evento eles iam preferir ficar na rua, causando confusão. LÓGICO. Assistir aos shows pra quê?

Tenho certeza absoluta que o que me fez sonhar com saporra toda foi essa imagem:


Aos amigos do Facebook que compartilharam isso: meu muito obrigada por esses sonhos super nada a ver que eu tenho. Espero que vocês tenham pesadelos todas as noites. Com amor, Gra.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Eu morri com um tiro no estômago

Eu estava em um prédio muito alto e escuro que, embora não tivesse ninguém habitando, não tinha aspecto de abandonado. Tinha tapeçaria vinho e dourada nas paredes. Não tinha nenhuma janela, mas inúmeras portas. Escadas eram infinitas! Eu descia, entrava em várias salas vazias, via muito sangue no chão. Alguns assassinos me perseguiam, não sei o motivo. Mas aí apareceu Evan Peters, ou melhor, Tate Langdon, para me ajudar. Ele me protegia e a gente corria desesperadamente para achar uma saída. 

No fim, eu encontrei o estacionamento do lugar. E tava rolando uma grande festa para mim, com toda minha família reunida para festejar que eu estava viva e bem. De longe, Tate sorria para mim. Foi nesse momento que eu senti uma bala perfurando meu estômago. Foi muito real e assustador. Eu sentia dor, morri segundos depois, vendo a expressão aflita de Tate. 

Nesse momento eu sabia que era um sonho, não me perguntem como. E eu estava morta, sabia que estava morta, me via morta... mas não conseguia acordar! E eu continuava tentando “sair” do sonho, porque estava desesperador. 

Acordei assustada.
É cada coisa que a nossa mente inventa, pqp!

PS: ainda acordei com  Baby Blue do Badfinger tocando em minha mente... maldito seja Walter White! HAHA