10 de agosto de 2018

As 7 melhores bandas que só existem na ficção + Playlist

As 7 melhores bandas que só existem na ficção

Esse post ia se chamar “as melhores bandas que nunca existiram”, mas daí eu parei e pensei: “ué, mas esses grupos existiram e AINDA EXISTEM e estão muito ativos na ficção”. A única tristeza é não poder ir a um show de nenhum deles, mas nada impede que a gente aperte o play em algum aparelho e assista onde se sentir mais confortável a um show dessas sete bandas incríveis que, não existem no mundo real – mas estão lá, imortalizadas no mundo ficcional:

1. Stillwater

Filme – Quase Famosos (2000)
 
 
 
A banda que eu mais queria que existisse na vida real tem nome: Stillwater. Esses caras transpiram rock e você vai querer ser Penny Lane e viajar com eles pra sentir a música. Se você for como eu, jornalista de nascença, seu maior sonho vai ser estar na pele de William Miller, acompanhando esses caras para escrever um artigo para a revista Rolling Stone sobre tudo.

2. Starish
Anime/Jogo - Uta No Prince Sama 
 
 
Tá, talvez eu tenha sido injusta. Starish também é a banda que eu mais queria que existisse na vida real, embora seja mais difícil ainda de imaginar. Eles só existem em desenho! Vindos diretamente do jogo e do anime Uta No Prince Sama, Starish é uma banda de sete membros, formada em uma escola de música. Através das composições de Haruka Nanami, aos poucos esses meninos vão ficando cada vez melhores na música. O anime ainda nos apresenta outras bandas que não existem no mundo real, mas que a gente sofre de tanto querer que existam: Heavens e Quartet Night, que também merecem ser ouvidas.

3. The Wonders
Filme: The Wonders: o sonho não acabou (1996) 
 
 
Quem viveu os anos 90 com certeza se lembra desse filme e principalmente dessa banda na Sessão da Tarde. Escrito, dirigido e também atuado por Tom Hanks, o longa-metragem foi indicado ao Globo de Ouro em 1997 como Melhor Canção Original com “That thing you do!” (que , inclusive, também é o título original do filme).
A história se passa em pleno anos 60, paralelo à Betlemania – ou seja, impossível ser ruim. E daí tem todos os elementos que fazem a gente olhar a Sessão da Tarde daquela época com nostalgia: um problema com um dos membros (o baterista) um dia antes de uma importante apresentação, a substituição dele por uma pessoa fora da caixinha e uma leve treta com os outros integrantes – para, obviamente, um final só paz, amor e harmonia. E não, não considero spoiler resumir um filme da Sessão da Tarde dos anos 90, sorry.

4. Steel Dragon
Filme – Rock Star (2001) 
 
 
Eu lembro até hoje da sensação que tive ao ver esse filme pela primeira vez. Eu quis ter uma banda – mesmo sem saber tocar instrumento nenhum. Quando esses caras sobem no palco, o show é tão real que transpassa a televisão.
O longa conta a história de Chris Coles, vocalista de uma banda cover do grupo Steel Dragon. Quando o real vocalista da Steel Dragon é expulso da banda, os demais integrantes convidam Coles para substituí-lo. Se a história parece familiar demais pra você, é porque isso aconteceu na vida real com a banda Judas Priest: o vocalista Rob Halford saiu e em seu lugar entrou Ripper Owens, vocalista da banda British Steel, que fazia cover do Judas Priest.

5. Curto Circuito
Novela / Seriado - Malhação 
 
Banda Curto Circuito, Malhação Seu Lugar no Mundo
 
Muitas bandas fizeram sucesso em Malhação, pesquisas feitas por mim mesma na minha própria memória confirmam que Vagabanda é a mais famosa delas. Porém, se tem uma banda que merece todo meu amor, é a Curto Circuito, da temporada chamada "Seu Lugar no Mundo". Desculpa Vagabanda, mas cêis precisam entender que nada supera a sonoridade, as vozes, o entrosamento e a diversidade da Curto Circuito. Eles só tiram covers, não tem nada próprio, mesmo assim a gente AMA! Vejam esse link nostálgico, e não deixem de ver o vídeo dos meninos tocando pra sentir essas musicas no fundo do coração. PS.: não achei nada deles no YouTube, mas tem lá no Globo Play.

6. Lincoln Hawk
Série - Gossip Girl 
 
 
 
“Como assim essa banda não existe na vida real?” é o que me pergunto até hoje. A música “Everytime” escrita por Rufus Humphrey para Lilly toca sempre na playlist do meu carro. Veja um trecho com a banda tocando a música acima.

7. The Weird Sisters (ou As Esquisitonas)
Filme – Harry Potter 
 
  
 
Não podia faltar banda de Harry Potter aqui, né? O grupo The Weird Sisters toca no filme O Cálice de Fogo durante o baile. Apesar de aparecer muito pouco, ainda assim dá pra ver que é uma ótima banda – do tipo que adoraríamos ver mais, pena que não existe na vida real. 

Playlist de bônus!


E, para finalizar, uma playlist com 12 músicas. Os vídeos do post são com trechos extraídos dos filmes/séries, aqui deixo algumas músicas completas das bandas citadas no post (menos da Curto Circuito, pois não tem cover deles no YouTube):


Músicas da Playlist:
  1. Stillwater - Chance Upon You
  2. Stillwater - Fever Dog
  3. Starish - Maji Love 1000%
  4. Starish -We are ST☆RISH
  5. Heavens – Heaven’s Gate
  6. Quartet Night - God's Star
  7. The Wonders - That thing you do!
  8. Steel Dragon - Long Live Rock ‘n’ Roll
  9. Steel Dragon - Wasted Generation
  10. Steel Dragon - Stand Up and Shout!
  11. Lincoln Hawk – Everytime
  12. The Weird Sisters - Do The Hippogriff

3 de agosto de 2018

tag dos 50%

tag dos 50%

Já estamos em agosto, mês de BEDA, obviamente não irei participar porque não tenho emocional e nem tempo para conseguir organizar posts todos os dias. Porém, eu quis MUITO postar essa tag dos 50% dos livros lidos, que tecnicamente era para ter sido postado em junho, sexto mês, metade do ano, cinquenta por cento e tal... mas né, tá tudo bem postar agora, a única regra nas respostas que eu mesma estabeleci é: são de livros que li até 30 de junho, nada lido depois disso entrou.

1. O melhor livro que você leu até agora, em 2018.
A Livraria Mágica de Paris, da Nina George, por motivos de: sentimentos demais. Tá tudo aqui nesse post.

2. A melhor continuação que você leu até agora, em 2018.
A única continuação que li foi de A Amiga Genial, da Elena Ferrante. Li até História de Quem Foge e de Quem Fica em junho, portanto, vai ser essa a escolha.

3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito.
Olha, eu sou a pessoa que não guarda lançamentos na cabeça, mas recorri a minha listinha de livros desejados na Amazon e vi que com certeza é A Bruxa Não Vai Para a Fogueira Neste Livro, da Amanda Lovelace.

4. O livro mais aguardado do segundo semestre.
Esse eu sei a resposta e são dois livros, ambos da DarkSide (sou muito fã assumida da caveirinha): Drácula de Bram Stoker (de preferência a edição amarela) e Edgar Allan Poe: Medo Clássico Vol. II.

5. O livro que mais te decepcionou esse ano.
Toda Poesia de Paulo Leminski. Eu esperava tão mais, de tanto que esse livro é endeusado. Desculpem amantes do Leminski, sei da preciosidade que é esse livro, mas não deu, nem todo poema dele conseguiu se encaixar no meu coração – e eu não sou uma pessoa que sabe ler tecnicamente poesias, então...

6. O livro que mais te surpreendeu esse ano.

Novamente foi A Livraria Mágica de Paris. Não achei que a história seria tão profunda, muito menos que mexeria tanto comigo e me ajudaria a tomar decisões importantes na vida pessoal.

7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente).
Eu nunca tinha lido Elena Ferrante, serve? E tem também Ana Martins Marques, li O Livro das Semelhanças (que é de 2015) e fiquei apaixonada pelas poesias, com certeza quero conhecer mais do trabalho dela.

8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente.
Definitivamente não li nada com algum personagem que eu pudesse desenvolver um crush, hahaha. Até pensei em colocar Brás Cubas aqui, porque né, que morto da hora! Mas daí achei um menos terrível: Ford Prefect, o alienígena de Guia do Mochileiro das Galáxias. É o mais próximo que eu conseguiria chegar de ter uma quedinha, haha.

9. Seu personagem favorito mais recente.
Tem como não falar de A Livraria Mágica de Paris de novo? Tem não. É Max Jordan, o escritor, vulgo eu sendo personagem.

10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre.
Adivinhem? Isso mesmo... A Livraria Mágica de Paris. E também Extraordinário, de R.J. Palacio, que me fez desidratar de tanto chorar e A Vida Invisível De Eurídice Gusmão, da Martha Batalha. AH! E também o final de Cujo, do Stephen King, mas não pelo motivo terror, só posso falar isso para não dar spoiler.

11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre.

A LIVRARIA MÁGICA DE PARIS. E também Explosão de Estrelas de Robin Pilcher porque é muito bonitinho.

12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora, em 2018.

Extraordinário! ♥ Assisti na viagem entre Estados Unidos e Brasil, enquanto voltava pro meu país lindo, mas já sentindo saudades dos dias em Illinois e das pessoas lindas que amo e que moram lá. O filme foi como uma ponte, então tá cheio de significado pra mim (além da história ser incrível mesmo, com atuações marcantes).

13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo).
Ok, cancela a tag inteira, todas as respostas são basicamente essa: A Livraria Mágica de Paris e essa resenha.

14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano.
Não comprei muitos livros esse ano. Queria colocar Cujo aqui, mas ganhei ele no Natal, então seria trapaça, mas que livro lindo, com patinha de cachorro em baixo relevo na capa! Acho que o mais bonito que comprei esse ano, por motivos pessoais (devido a eu ser rata de sebo) foi O Crime do Padre Amaro, uma edição de 1975, com capa dura, encontrada num sebo lá da Sé, em São Paulo (o do Messias). Está bem antiga, tanto é que o nome na capa praticamente sumiu, mas sabe quando vira relíquia? Então... seguem fotos que comprovam sua beleza inigualável: 
Livro O Crime do Padre AmaroLivro O Crime do Padre Amaro

15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?
Todos da lista de METAS do meu Skoob, hahahaha! Mas, principalmente, terminar a leitura de Linha M, da Patti Smith.

E não se esqueçam da dica principal desse post: LEIAM A LIVRARIA MÁGICA DE PARIS! E vocês, qual foi o livro do ano (até agora) do seu coração?

16 de junho de 2018

Resenha: A Livraria Mágica de Paris de Nina George

Livro A Livraria Mágica de Paris - resenha
Terça-feira, dia 12 de junho de 2018, 02h56 da manhã, dia dos namorados e eu acabo agora a leitura de A Livraria Mágica de Paris. Estou encantada. No início, parecia ser apenas mais um livro bem escrito, cheio de descrições, desses que te fazem sentir cheiros, lembrar-se de situações específicas, imaginar cores e texturas ao ponto de conseguir se transportar para o meio do mar, para Paris e depois para Sanary-Sur-Mer. 

Mas isso foi só o começo, que apesar de delicioso, ainda me parecia normal. Logo, começa uma reviravolta. E lá pela metade do livro, dou de cara com a frase: “Agora. Existe apenas o agora. Faça isso já, covarde. Respire embaixo d’água de uma vez por todas” e, no contexto em que ela estava empregada, me serviu como um soco no estômago e um forte tapa na cara. Me fez refletir minha própria situação. Em paralelo à essa frase (que ia e vinha na minha mente durante a leitura), acompanhei todo o sofrimento do livreiro, ou melhor, do farmacêutico literário Jean Perdu. Chorei com ele. Viajei com ele. Quis cuidar de seus dois gatos Kafka e Lindgren. Quis ter um barco chamado Lulu que possui, dentro, uma Farmácia Literária. Aliás, quero ser farmacêutica literária, será possível? Mesmo sem um barco Lulu? Mesmo vivendo em uma cidade que fica bem distante do mar? 

Pessoas precisam de livros para curarem suas almas. Eu mesma, apesar de ter ajuda médica, só consigo amenizar os ferimentos da alma por meio de livros. E A Livraria Mágica de Paris foi um respiro para mim. Desses que a gente precisa ter, sabe? Profundo, calmo. Quando você tem esse respiro, você sente-se bem, relaxada, pronta para tomar decisões mais racionais, pronta para colocar os pingos que faltam nos i’s. Esse livro me surtiu mais efeito porque tem Max Jordan, um personagem que é escritor. O livro mostra seus problemas e dilemas, inclusive com bloqueio criativo, e eu acompanhei como alguém que vive algo parecido e era nessas horas que lá vinha a frase que me atormentou durante toda a leitura de novo: “Agora. Existe apenas o agora. Faça isso já, covarde. Respire embaixo d’água de uma vez por todas”. 
 
Livro A Livraria Mágica de Paris - resenha


Os anexos, depois do fim da história, são também outro presente de A Livraria Mágica de Paris. Enquanto lia, parei em determinado momento para pesquisar a receita de Ratatouille. Qual não foi minha surpresa ao me deparar com ela no final do livro? Além de Ratatouille, outras receitas da história estão presentes nos anexos. E não tem como não ficar com água na boca e com vontade de saborear os pratos junto com os personagens, vai por mim. Minha única pesquisa de receita saída de livro no Google anteriormente tinha sido “como fazer cerveja amanteigada”, como boa Pottermaníaca que sou, pra vocês terem ideia de como esse livro desperta sensações fortes! 

Outra parte importante dos anexos são as recomendações de livros da Farmácia Literária de Jean Perdu. As doses devem ser de 5 a 50 páginas, para serem bem aproveitadas. Por mais difícil que seja não devorar o livro, essa também é a maneira certa de se ler A Livraria Mágica de Paris. Esse é um livro para se sentir, para aproveitar com calma, para viajar junto com os personagens, para chorar, sofrer, secar as lágrimas, refletir, crescer, se libertar e querer viver junto com Perdu, Max Jordan e os outros personagens. Fazia tempo que eu não parava para deliciar um livro assim e provava junto esse tanto de sensações diferentes. 
 
Livro A Livraria Mágica de Paris - resenha


E a quem possa interessar, aqui explico a história por trás da frase “Agora. Existe apenas o agora. Faça isso já, covarde. Respire embaixo d’água de uma vez por todas”. Jean Perdu, desde o início do livro, nos conta que quer escrever um manual para futuros farmacêuticos literários. Mas ele nunca começou a escrever. Em certo momento do livro, ele está acompanhado do escritor Max Jordan e rola o seguinte diálogo, iniciado por Max: 

“- O senhor acha que, se eu comer algo estragado, consigo sonhar com uma história?
- Quem sabe?
- Dom Quixote também foi um pesadelo antes de se tornar um clássico. O senhor já sonhou com algo útil?
- Que eu podia respirar embaixo d’água.
- Uau. E o senhor sabe o que isso significa?
- Que, em sonho, posso respirar em baixo d’água.
Max repuxou o lábio para cima como uma risadinha de Elvis. Em seguida disse, solene:
- Não. Significa que seus sentimentos não tiram mais seu fôlego. Principalmente os mais profundos.”

(Trecho da página 120 de A Livraria Mágica de Paris)

A conclusão mais óbvia é que existem livros que realmente são remédios. E A Livraria Mágica de Paris, inclusive, é um deles.

Ficha Técnica
Título: A Livraria Mágica de Paris
Autora: Nina George
Tradutora: Petê Rissatti
Editora: Record
Ano: 2018
Páginas: 308

25 de abril de 2018

A gente pode brincar com a moda

Audrey Hepburn e melindrosas dos anos 20
A moda não foi feita pra encaixotar a gente num recipiente retangular pra depois lacrar de ponta a ponta com fita adesiva – isso só deve ser feito com pacotes que encomendamos de outros países e que ficam séculos retidos nos Correios (alô Curitiba, quero minhas encomendas!). A moda é uma ferramenta incrível que deve nos libertar. Sim, é verdade que a vestimenta foi criada para proteger nosso corpo da temperatura e para facilitar a vida dos humanos, principalmente na hora da caça. Mas isso foi há muitos séculos. Hoje ela é sinônimo de personalidade. E você pode brincar com ela!

É muito divertido você poder sair usando algo que transmite o que você está sentindo. Ou então contar uma história através do seu look. Meu irmão recentemente fez aniversário e deu uma festa com o tema “Black and White”. Eu, quando penso em preto e branco, logo lembro de Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo com seu icônico vestido Givenchy pretinho básico adornado com um colar de pérolas. Por sua vez, pérolas me lembram os anos 20. E os anos 20 não me lembram outra coisa que não as melindrosas. Por isso, para a festa Black and White, montei um look cheio de paetês (blusa preta de paetês, shorts de alfaiataria preto para quebrar o efeito descolado demais, voltando com uma bota de glitter preto nos pés, quebrando totalmente o esperado). Aí fiz um acessório de penas e plumas para colocar na cabeça. Por cima joguei um casaquinho branco para não esquecer da parte branca da coisa toda. Falaram que ficou meio cabaré e eu me diverti com isso, estavam associando justamente ao que eu queria contar, afinal, a pena na cabeça era um acessório muito usado no Cabaret Bataclan, que teve seu grande sucesso entre os anos 20 e 30 e foi eternizado em Gabriela Cravo e Canela. 
Tirei essa foto depois só para ilustrar o post, sem a maquiagem (exagerada e brilhante a la melindrosas) combinando que fiz no dia. Quando monto um look, gosto dele completo, com maquiagem também contando história.

Uma das pessoas que eu mais admiro por brincar com a moda é Maria Eugenia Suconic. Mareu é  apresentadora do Adotada da MTV, e também já trabalhou como figurinista e produtora de moda. Ela sempre aparece nos episódios de Adotada vestida à caráter pros lugares onde vai. Maria me inspira muito a usar acessórios diferentes, principalmente na cabeça, e criar visuais que quase são personagens à parte.




Tá pouca inspiração? Então leia primeiro essa matéria na Elle Brasil com a rainha Raissa Galvão, depois visita o integram dela e olha look por look. Ela é incrível e consegue criar peças inspiradoras com pouca coisa. Eu sei que não parece ser feito com pouca coisa, mas veja esse vídeo da Alexandrismos com a Ray explicando como foi criado esse kimono maravilhoso de paetês que aparece na reportagem da Elle:




Depois dessas inspirações, lembre-se de aproveitar cada festa, cada ida na padaria, cada tarde cazamigas pra usar um look que conte histórias. Vale criar um personagem diferente pra cada ocasião. E se parecer demais, não precisa ser tão extravagante. Às vezes, usar aquela peça de brechó e inventar uma história pra ela já é brincar com moda. Ou que tal misturar duas estampas pela primeira vez? Quem sabe usar o mesmo tom de azul que sua personagem preferida usa no episódio seis da quarta temporada da sua série preferida? Ou apenas imagine como aquela personagem do livro que você está lendo se vestiria para ir à escola e incorpore algo assim no seu visual. Brincar com moda é isso, é se libertar, é se deixar levar e acima de tudo é não ligar pras críticas alheias e ser fiel apenas a quem você é e ao que te deixa confortável e te representa na hora de vestir.

P.S.: infelizmente não dá para brincar a todo momento. Ambientes de trabalho exigem mais seriedade. Mas nada que nos impeça de vestir uma lingerie diferentona por baixo, né não? SE JOGA!