25 de julho de 2017

História da Moda: Anos 50

vestimentas dos anos 50
A imagem da mulher dona-de-casa dominou os anos 50. Cintura marcada, saias rodadas e calças cigarretes foram alguns dos ícones da moda daquela época.

A moda dos anos 50 começou ainda marcada pelo New Look de Dior, criado em 1947 (leia sobre a moda dos anos 40 aqui). Portanto, a cintura marcada e as saias rodadas ainda tinham destaque nos trajes femininos. Era comum o visual ser completado com scarpins nos pés, chapéus de aba larga adornando a cabeça, bijuterias imitando joias e luvas. Paris manteve-se como centro da moda, mas Inglaterra e Estados Unidos já estavam em ascensão. 
Cintura marcada, luvas e chapéu com aba larga na moda dos anos 50
Cintura marcada, luvas e chapéu com aba larga

A criação de novos tipos de volumes nas peças de roupas, como os vestidos em linha “H” (os famosos tubinhos), em linha “A” (aumentando a largura da cintura para baixo) e linha “Y” (onde golas eram evidenciadas) marcou a década de 50. Apareceram também os chemisier, que são vestidos inspirados nas camisas masculinas. E falando em trajes masculinos, os homens usaram ternos mais sóbrios acompanhados de gravata, excluindo o colete que antes completava o look. 
Calças cigarretes de cintura alta nos anos 50
Calças cigarretes de cintura alta
Houve uma maior aceitação por mulheres usando calças na moda dos anos 50, principalmente as mais jovens. O uso de peças de tricô também se destacou nessa época.

Mulheres cercadas por seus eletrodomésticos nos anos 50: nascia o rótulo de Rainha do LarMulheres cercadas por seus eletrodomésticos nos anos 50: nascia o rótulo de Rainha do Lar

A mulher dos anos 50 tinha uma vida mais caseira. Os bebês nascidos no pós-guerra neste momento eram crianças e exigiam cuidados, principalmente de suas mães. A mulher voltou para casa nessa década, deixando seus trabalhos. Foi aí que o termo “Rainha do Lar” começou a ser empregado. A imagem que remete aos anos 50 é da mulher envolta por seus eletrodomésticos – que tinha a finalidade de facilitar a vida da dona de casa.

Do outro lado da moeda, temos o auge das pinups, que surgiram para caracterizar a sensualidade feminina. O termo apareceu durante a 1ª Guerra Mundial e Marilyn Monroe, Brigitte Bardot e Jane Fonda são bons exemplos desse estilo. 
Pinup anos 50Pinup anos 50
Pinup anos 50
 
Com o fim da guerra, também veio o fim da escassez dos cosméticos, colocando novamente a beleza em um alto pedestal. A maquiagem que valorizava o olhar entrou na moda, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos como sombras, rímel, lápis e delineador. Surgem aí as grandes empresas do ramo, como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder. 

Olhos marcados: com a indústria de cosméticos em ascensão, novos produtos para maquiagem foram lançados
Olhos marcados: com a indústria de cosméticos em ascensão, novos produtos para maquiagem foram lançados
Os cabelos eram curtos, ondulados e crespos ou presos em coque ou rabo de cavalo. As franjas começaram a aparecer. Também foi o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres, junto com produtos alisadores e fixadores. 
Roupas e penteados usados por mulheres nos anos 50
Roupas e penteados usados por mulheres nos anos 50
Roupas, acessórios e penteados usados por mulheres nos anos 50
A franja curta começou a aparecer na década de 50!
A moda dos jovens começou a ter maior identidade, com peças feitas especificamente para eles, mas que ainda eram uma cópia da moda dos adultos. As moças apareciam trajando cardigãs de malha, saias rodadas, sapatos baixos, meias soquete e cabelos presos, compondo um visual conhecido como College. Apareceram também as calças cigarrete, usadas com sapatilha. Para os moços surgiu um estilo mais rebelde, por influência de James Dean, Marlon Brando e Elvis Presley. O visual era composto por calça jeans muitas vezes com a barra virada, camiseta branca e a jaqueta de couro. 
Elvis Presley influenciou a moda masculina nos anos 50James Dean influenciou a moda masculina nos anos 50

Acessórios 

Mais para o fim da década, a Balenciaga criou o chapéu pillbox, caracterizado por ser pequeno acompanhado de um véu, que geralmente era usado com uma leve inclinação para a frente. Outros modelos de chapéus pequenos, além do pillbox, também surgiram. As bolsas geralmente eram carregadas nas mãos, por isso tinham alça curta. 
 
bolsas com alça curta fizeram a cabeça das mulheres nos anos 50Chapéus pequenos eram usados nos anos 50

Além da moda

No final da década, um novo ícone surgia: em 1959 a boneca Barbie foi criada. 
A primeira boneca Barbie surgiu no final dos anos 50

No campo das artes, em 1954 o termo “Pop Art” foi utilizado pela primeira vez, para nomear a arte inspirada na cultura popular. A maioria das obras trazia uma critica negativa aos objetos de consumo, ainda que para existir, a arte pop necessitasse desses objetos. 

19 de julho de 2017

Resenhas: Jane Eyre e O Morro dos Ventos Uivantes, das irmãs Brontë

Jane Eyre e O Morro dos Ventos Uivantes, das irmãs Bronte






Me pergunto constantemente: o que tinha na comida da família Brontë para fazer com que três irmãs lançassem romances de sucesso? Para tentar entender, li recentemente os romances mais famosos de duas das irmãs: Jane Eyre, de Charlotte Brontë e O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë. Faltou ler algo de Anne Brontë, deixo para uma próxima!

Ambos os livros tem histórias bem melancólicas, que nos levam a sentir tristeza ao pensar em determinados personagens. Isso talvez se deva a vida que as próprias irmãs levaram: perderam a mãe precocemente e receberam estudos precários por conta disso; o irmão mais velho virou alcoólatra e a família passou por dificuldades financeiras. O primeiro livro lançado por elas, uma coletânea de poesias com pseudônimos masculinos, foi um fracasso. Aliás, só Jane Eyre foi sucesso imediato. Mesmo O Morro dos Ventos Uivantes foi criticado negativamente na época.

Vamos às resenhas? 

Jane Eyre – Charlotte Bronte

Jane Eyre

Jane Eyre é um livro peculiar, de uma escrita dessas que te prende por horas a fio e você acaba até se esquecendo de dormir. Acompanhamos Jane desde sua infância sendo uma órfã injustiçada pela mulher de seu tio – que faleceu - e por seus primos, até ser enviada para um internato. Lá, embora a educação fosse rígida, a menininha se tornou uma das melhores alunas, posteriormente tornando-se professora do local. Com espírito desbravador, Jane procura um emprego fora dos muros do colégio. Então ela é contratada como preceptora de uma garota chamada Adéle, pupila do Sr. Edward Rochester.
“As mulheres, em geral, são consideradas mais pacíficas que os homens. Puro engano. Elas experimentam exatamente o mesmo do que os homens, sofrem quando apertadas em moldes rígidos, numa estagnação absoluta, tal como eles. E aqueles que se sentem felizes, passando a vida a cozinhar, a coser meias, a tocar piano e a bordar, podem considerar-se espíritos acanhados. É uma insensatez condená-las ou troçar daquelas que procuram fazer mais ou adquirir conhecimentos superiores aos que é habito conceder ao seu gênero”.
Jane e seu patrão acabam se apaixonando perdidamente, mas tem um fato sombrio que vai atrapalhar a vida dos dois e intensificar o sofrimento de Miss Eyre, que pela primeira vez na vida parece estar sendo feliz. 
Jane Eyre
“Que Deus o defenda, caro leitor, de sofrer o que eu sofri naquela altura, de chorar lágrimas tão ardentes, tão amargas como as que me saltara dos olhos, de erguer ao céu preces tão desesperadas como as que me brotavam dos olhos! Que nunca tenha a certeza, como eu tinha, de ser instrumento de dor para aquele a quem mais amava no mundo!”
Para a época, imagino o choque que foi um livro representar uma mulher com espírito livre, que enlouquecia de raiva quando era mandada e sua mente consentia em obedecer: “Tomou sobre mim império que, quando dizia ‘Vá’ eu ia, se me dizia ‘Fique', eu ficava. Isto degradava-me. Nunca gostei de ser dominada. Teria preferido que continuasse a ligar-me pouca ou nenhuma importância”.

A edição que eu li é portuguesa (de Portugal), mas em nenhum momento a língua atrapalhou a leitura.

Ficha Técnica
Título: Jane Eyre
Autora: Charlotte Bronte
Tradutora: Mafalda Dias
Editora: Book.it
Ano: 2011
Páginas: 415

O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Bronte

O Morro dos Ventos Uivantes
Não sei como começar a falar sobre O Morro dos Ventos Uivantes. O livro começa praticamente pelo fim e vai caminhando até o início da história de um menininho que ganha o nome de Heathcliff, encontrado abandonado pelas ruas de Liverpool e trazido para morar na casa chamada O Morro dos Ventos Uivantes pelo proprietário, Sr. Earnshaw, pai de Catherine. As duas crianças desenvolvem uma amizade forte norteada por um amor mais forte ainda. A parceria nas travessuras é o que mais me chamou a atenção de início. Um dia, depois de crescerem, Cathy se vê numa dúvida: casar-se com o requintado Sr. Linton, que ela amava de certa ou forma, ou com seu grande amor, sua alma gêmea, Heathcliff, que não se tornou um menino muito instruído? Em uma confissão para sua ama Nelly Dean, Catherine diz que “Casar-me com Heathcliff agora me degradaria; por isso, ele nunca vai saber quanto eu o amo; e o amo não por ele ser bonito, Nelly, mas por ele ser mais eu do que própria sou. Não sei de que nossas almas são constituídas, mas a dele e a minha são iguais, e a de Linton é tão diferente quanto um raio de luar de um relâmpago, ou a geada do fogo”.

O amor entre os dois é infinito e não morre nem quando Cathy decide finalmente se casar com o Sr. Linton, que é extremamente apaixonado por ela, como nos atesta Nelly: “Edgar Linton, assim como milhares de homens antes dele, e milhares depois dele, estava apaixonado; e ele se considerava o homem mais feliz do mundo no dia em que à conduziu a capela de Gimmerton (...)”. A partir daí, o pequeno Heathcliff, que era apenas travesso, se transforma num poço de maldades, numa pessoa sem escrúpulo nenhum, amargurada, capaz de causar as maiores perversidades contra todos que o rodeiam. Ele ama demais Cathy e odeia demais o resto do mundo.
“Meu amor por Linton é como a folhagem nos bosques. O tempo vai alterá-lo, sei muito bem disso, assim como o inverno altera as árvores. Meu amor por Heathcliff se parece com as rochas sempiternas sob a superfície: uma fonte de pouquíssimo prazer visível, mas necessário. Nelly, eu sou Heathcliff – ele está sempre, sempre em meus pensamentos; não como uma coisa prazerosa, não mais do que eu sou sempre uma fonte de prazer para mim, mas como meu próprio ser... então, não mencione outra vez nossa separação; ela é impossível (...)”.
O final é surpreendente e eu não posso falar mais para não dar spoilers. Durante a leitura, precisei fazer várias pausas para respirar e digerir tudo. É um livro triste, carregado de personagens mimados, egocêntricos, irritantes, maldosos – nisso me lembrou o brasileiro O Cortiço, de Aluísio de Azevedo, com muitos personagens que fogem do comum.

Quando descobriram, na época de mil oitocentos e bolinhas, que a verdadeira autora de O Morro dos Ventos Uivantes era uma mulher, todo mundo se chocou. Como uma mulher poderia escrever algo tão grotesco? (Toma essa, sociedade!)

A tradução que li foi feita por Solange Pinheiro que tomou o cuidado de traduzir as gírias e o dialeto de Yorkshire (região onde as irmãs Brontë moravam).

Ficha Técnica
Título: O Morro dos Ventos Uivantes
Autora: Charlotte Bronte 
Tradutora: Solange Pinheiro 
Editora: Martin Claret
Ano: 2014
Páginas: 427
“Qual seria o significado da minha criação se todo meu ser estivesse contido apenas em mim mesma? Meus maiores sentimentos tem sido os de Heathcliff, e eu vi e senti cada um deles desde o início; minha maior razão de viver é ele.” - Catherine em O Morro dos Ventos Uivantes

15 de julho de 2017

Projeto de Escrita Mensal: meu estilo pessoal

Chegou mais um dia 15 e com ele mais um post do Projeto de Escrita Mensal do grupo Universo Alternativo, criado pela Jaqueline do blog 4sphyxi4 \o/. Dessa vez falaremos sobre nossos estilos pessoais. 
 
Sou formada em Produção de Moda e depois de tanto estudar História da Arte e da Moda, passei a acreditar que o estilo da pessoa deve contar a história dela, carregar elementos que signifiquem algo e que a representem. Mas nem sempre pensei assim. Quando criança eu me vestia muito de rosa ou azul, bem assim, 8 ou 80, eu compunha looks inteiros nessas cores. Como passei parte dessa idade nos anos 90, não é surpresa nenhuma que eu usasse calças que iam um pouco abaixo do joelho de tactel rosa, com camiseta das Meninas Superpoderosas, no pé o tênis da Sandy de plástico rosa e cabelo dividido no meio, preso em dois elásticos adornados com pompons também rosa (e uma franjinha para arrematar). Eu usava também muito aquela sandalinha de tiras transparente da Melissa. 

Aos 14 anos, eu decidi que seria emo. É, assim mesmo, um dia acordei e pensei “todo mundo é emo, por que não eu?” e fui ser infeliz. Entraram em meu guarda-roupa estampas listradas, calças skinny, jaquetas com detalhes de pelúcia no capuz, pulseiras de dadinhos ou caveiras, colar de soco inglês, All Star – quanto mais sujo melhor – no pé, cabelo repicado, descolorido e chapado, com uma longa franja jogada de lado e muito lápis de olho preto. As vezes eu mudava para legging preta com uma camiseta gigante por cima ou meia-calça preta e vestido geométrico. Que fase, meus amigos! 
Foto péssima de webcam. Eu devia ter uns 16 anos aí. Usava muitas blusas de frio com capuz de pelúcia e colar de soco inglês!
Depois, veio o início da idade adulta, a faculdade me fez ser mais prática no meu estilo e tudo que eu queria era não passar frio (onde eu estudava fazia MUITO frio). Foi aí que percebi que eu odiava jeans, só usava para não morrer de frio. Tive que usar muitas blusas de lã e foi nessa época que descobri o meu amor por cardigãs e sobretudos combinados com cachecóis e luvas. As jaquetas de couro fake ganharam mais espaço na minha vida nessa época também. E a partir daí eu não usava mais tênis, só botas. E como eu amava sapatilhas! No fim da faculdade eu já era apaixonada por moda, mas não me permitia usar muitas coisas. 
Quando eu descobri o poder da lã, no início da faculdade, lá em 2009!
Comecei a me soltar na minha maneira de vestir assim que saí da faculdade. Começaram as épocas das baladas e passei a usar algo que eu sempre tive vontade: MUITO BRILHO. No pé eu usava salto, coisa que eu não gosto muito até hoje, mas se o sapato for lindo feat confortável, eu uso! Nos looks de balada eu exagerava nos shorts de paetês (ou com detalhes de paetês), nas saias grudadas no corpo, em camisas com transparência, muitas vezes com recortes estratégicos – como nos ombros. Sem meia calça, eu abusava nos iluminadores corporais para brilhar muito! No pé sempre salto, as vezes inteiro de paetês, as vezes discreto e preto, as vezes um azulzão bic que era o meu preferido. A maquiagem carregada no olho, já sem lápis preto dentro – troquei pelo branco para aumentar o olhar. Aí comecei a moldar um pouco do meu estilo atual. 
Camisas transparentes com recortes estratégicos
Na verdade, contei tudo isso para poder dizer que tudo que fiz e que fui construíram quem sou hoje. Embora eu não seja uma vítima da moda, incorporo algumas tendências no que eu visto. Mas sem compras desenfreadas! Por exemplo: tenho uma calça de veludo molhado que está há cinco anos comigo e em perfeito estado, sorte a tendência ter voltado. Se não volta, eu continuo usando, porque só compro peças que me representam. 

Tento me de vestir de acordo com aquilo que acredito, com as cores acompanhando meu humor. Se estou triste, natural eu usar cores mais escuras, com maquiagem mais dark também. Se estou feliz, uso roxo (minha cor preferida!), verde ou vermelho. 


Meu estilo hoje em dia é meio trevosa e meio fofa unicórnia. Vou de um extremo ao outro ou misturo tudo. Gosto de estampas de flores, de caveiras, que representem animais, camisetas de banda, cardigãs/sobretudo de todos os materiais. Adoro uma legging com carinha de jeans, até tenho uma calça jeans porque as vezes é necessário usar, calças de tecidos fluídos e muito estampadas, amo shorts de tecidos mais sóbrios nuns dias versus shorts jeans curtíssimos no outro. Amo blusas assimétricas ou vestidos acinturados, mas também adoro vestidos retos. Adoro bolsas diferentes, brilhantes, com shapes engraçados. No pé, gosto de usar tênis metálico, muitos tipos de botas (ankle boot, coturnos, de veludo, de todas as alturas) ou sandália de salto mais baixo e grosso, sabe? AMO strappy bra por baixo. Maquiagem varia com meu humor, como falei antes, mas quanto mais brilho tiver, melhor. Amo usar preto, cinza e vinho, que são as cores que uso com mais frequência. 
 

Eu achei que esse post ia ficar curto, mas gente, como é emocionante falar sobre nosso estilo, dá uma nostalgia, uma coisa quentinha no coração, sabe? Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre meu estilo pessoal. ♥ 
Outras posts participantes: 

13 de julho de 2017

Quando a arte se mistura com o rock

Hoje é dia 13 de julho, dia de rock, babê! E para comemorar em grande estilo, em vez de playlist (clica aqui e veja minha Playlist feita em 2012 que continua bem atual hahaha), dessa vez eu trouxe um compilado de artes famosas do rock. Vamos à lista?

1 - Primeiramente, Warhol, porque ele foi responsável pela famosa banana na capa do disco do Velvet Underground (The Velvet Underground & Nico). Eu duvido que a primeira imagem que venha à sua cabeça ao falar da banda não seja a famosa banana.
Banana do Velvet Underground, por Andy Warhol


2 – Para os fãs de Avenged Sevenfold, como eu, tem o famoso DeathBat, uma caveira alada criada por Micah Montague, um amigo da época de escola dos meninos . Um dia eu ainda vou tatuar ela, só para deixar registrado, hahaha. 
deathbat, Avenged Sevenfold


3 – A boca com língua de fora dos Rolling Stones foi criada pelo designer John Pasche, inspirada na deusa hindu Kali e também na boca gigantesca do vocalista Mick Jagger. Tá, hoje em dia a boca dele não é mais tão gigantesca assim. Mas era imensa no início da banda, como vocês podem ver clicando aqui.
Língua, Rolling Stones


4 – Eddie The Head, mascote do Iron Maiden. O Senhor Edward the Head foi idealizado pelo desenhista Derek Riggs. 
Eddie The Head - Iron MaidenEddie personificado no show do Iron

5 – A banda Disturbed também tem um mascote, conhecido como The Guy. No desenho original, aparecia apenas um rosto com um sorriso largo. O personagem completo e redesenhado foi feito pelo quadrinista Todd McFarlane que colaborou com a Marvel desenhando o Hulk ( a partir da edição 330) e o Homem Aranha (a partir da edição 298). 
The Guy, Disturbed

6 - O prisma do Pink Floyd talvez seja tão conhecido quanto o logotipo da banda. Foi capa do álbum Dark Side of the Moon, feita pelo coletivo Hipgnosis. 
Dark Side of the Moon - Pink Floyd

7 - O logotipo do Metallica foi desenhado pelo próprio James Hetfield, vocalista da banda. 
Logotipo Metallica


8 – A capa de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, por si só, é uma arte e tanto. Criada pelo artista plástico Peter Blake, a montagem conta com mais de 60 personalidades. Esse ano, o álbum completou 50 anos e segue sendo inspiração para novas músicas e artes no rock. 
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, Beatles

9 – A capa de Aladdin Sane, de David Bowie trás uma das maquiagens mais famosas do mundo. O conhecido raio na face de Bowie foi clicado pelo fotógrafo Brian Duffy. 
Aladdin Sane - David Bowie

Preciso confessar que: meu gosto pessoal influenciou muito essa lista. O que mais vocês acrescentariam aqui? :D

 Esse post faz parte da Blogagem Coletiva de Julho do grupo Interative-se!