21 de novembro de 2018

Meus favoritos – novembro de 2018

meus favoritos de novembro de 2018

Vou começar hoje uma nova coluna que eu amo ler em outros blogs: sobre os meus favoritos do mês decorrente. Vai abranger músicas, coisas que assisti, livros, jogos (sim, sou dessas!) e o que mais aparecer no mês. Os meus favoritos não necessariamente foram lançamentos do mês, mas me conquistaram esse mês. O primeiro é agora de novembro de 2018, vamos lá?

O que ouvi em novembro

Voltei a jogar SongPop, dessa vez o 2, e ando obcecada com as músicas que tenho relembrado ouvindo por lá. Tenho as playlists que comprei como Avenged Sevenfold e Disturbed, mas tenho também playlists mistas com músicas das bandas Heart, Apocalyptica, Rise Against, Twenty One Pilots e X Ambassadors (clique no nome para ouvir as respectivas músicas).

O que assisti em novembro

Basicamente tenho assistido coisas da Netflix, entre eles reassistindo e sofrendo o anime Death Note  junto com o namorado. Também estou vendo a série Itakiss: love in Tokyo. Me apaixonei demais pelo anime Itazura na Kiss, tanto que tive que ir pro dorama.E comecei a ver Destinos Macabros, uma série interessante sobre turismo diferente de tudo que já vi.

O que li em novembro

Muita coisa! Comecei a ler Feira das Vaidades de William Makepeace Thackeray, mas não estou muito nas épocas de leituras, e quando estou nesses tempos prefiro algo bem mais tranquilo, como poemas, que me fazem repensar a vida e em quem sou. Então li recentemente A Princesa Salva a Si Mesma Neste Livro da Amanda Lovelace e O que o Sol Fez com as Flores da Rupi Kaur e estou lendo Tudo Nela Brilha e Queima da Ryane Leão. Além disso, estou tentando terminar Linha M da Patti Smith ainda esse ano, mas como eu estava esperando um novo Só Garotos acabei empacando na leitura. Também, para melhorias na vida e por questões de @pelelindasendopobre estou lendo Eat Pretty da Jolene Hart. E pra concluir, terminei recentemente de ler O Milagre da Manhã de Hal Elrod.

Skincare

Para quem não sabe sou a louca dos cosméticos e dos cuidados com a pele. Lancei um Instagram só para falar sobre isso, o @pelelindasendopobre. Sigo obcecada com cuidados faciais nesse mês (desde que comecei a cuidar pra valer da pele em junho). Você também pode acessar o blog Pele Linda Sendo Pobre clicando aqui.

O que joguei em novembro

Como eu disse, voltei com Song Pop! Mas também estou jogando o novo Candy Crush Friends e um joguinho incrível de produtividade chamado Habitica. Você estabelece metas e quando as cumpre na vida real, você marca lá e seu personagem vai ganhando ou perdendo pontos. Um incentivo e tanto!

jogos para Android

Abaixo está a interface do jogo Habitica, onde você coloca os desafios que fará na vida real e vai atualizando o jogo quando cumpriu e também quando não cumpriu, para ganhar (ou perder) pontos:

Habitica

Habitica é mais um aplicativo que poderia facilmente entrar no post sobre dicas para se organizar com aplicativos e bullet journal (aliás, já conferiu?)

9 de novembro de 2018

História da Moda: Anos 60

História da Moda Anos 60


A década de 60 foi de muitas mudanças e adaptações por ter sido uma época marcada pela cultura jovem, pelos estilos variados que iam do rock and roll, passando pelo homem pisando na lua pela primeira vez, caminhando pelos movimentos pacifistas, até culminar numa moda unissex.

Essa década presenciou uma forte crise na Alta Costura. Havia a necessidade de mudança e logo ocorreu a expansão de produtos nas grandes Maisons, incluindo perfumes, cosméticos e acessórios – que são, até hoje, responsáveis pelo sustento das marcas.

A forma de se vestir se tornava cada vez mais ligada ao comportamento. O jeans passou a ser um ícone.

Grandes estilistas de Paris influenciaram a moda do mundo. O prêt-à-porter já estava concretizado. Courrèges teve grande participação e reconhecimento na moda com suas criações de minissaias, mini vestidos e calças. Pierre Cardin estava focando no futuro, com ideias espaciais, inovando em macacões de malha, calças justas e muito uso do zíper. Saint Laurent abriu sua própria Maison nos anos 60 e lançou modelos como o tubinho com desenhos de Mondrian e o Le Smoking - roupa inspirada no tradicional smoking masculino, só que para ser usada por mulheres. Já Paco Rabane utilizou materiais não convencionais em suas criações, como placas de metal.

Na Inglaterra, Mary Quant foi o nome. Há uma grande controvérsia a respeito de quem seria a autoria da minissaia, de Courrèges ou de Mary Quant. No entanto, segundo a própria Mary Quant: “A idéia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou”. As saias de 30 cm de comprimento eram usadas com camisetas justas e botas altas.

As minissaias dos anos 60
As minissaias dos anos 60

Vale dar destaque também para os Beatles, que ditaram moda e foram seguidos por milhares de jovens ao redor do mundo inteiro. Na Itália, o destaque ficou com Emílio Pucci e suas estampas geométricas multicoloridas.

Os novos materiais (metal, plástico e acrílico) e as estampas geométricas e curvilíneas, estiveram presentes em toda a década, na moda e nas artes. A Op art, por exemplo, evidenciava efeitos óticos geométricos. Um grande representante foi Victor Vassarely. Outro movimento importante foi a Pop Art, que reproduzia elementos do consumo popular. Destaque para Andy Warhol e Roy Linchtenstein.

A modelo Twiggy, de cabelos curtos, olhos marcados com rímel e cílios postiços foi um grande exemplo de beleza a ser seguido.

Para homens, as jaquetas com zíper, golas altas, botas, calças mais justas e camisas coloridas e estampadas foram muito usadas.

A modelo Twiggy, anos 60

O movimento hippie veio em seguida. As roupas eram artesanais, com bordados manuais, saias longas, calças boca de sino e batas indianas. Um dos focos do movimento foi o questionamento da Guerra do Vietnã.

hippies anos 60

Veja mais posts sobre a História da Moda:
  1. História da Moda: Pré História
  2. História da Moda - ANTIGUIDADE (egípcios, assírios, babilônios e persas)
  3. História da Moda - ANTIGUIDADE CLÁSSICA (Creta, Grécia e Roma)
  4. História da Moda - IDADE MÉDIA
  5. História da Moda: IDADE MODERNA
  6. História da Moda: IDADE CONTEMPORÂNEA
  7. História da Moda: SÉCULO XX – 1900 e anos 10
  8. História da Moda: Anos 20
  9. História da Moda: Anos 30
  10. História da Moda: Anos 40
  11. História da Moda: Anos 50
  12. História da Moda: Théâtre de La Mode
  13. História da Moda: trajes gaúchos
historia da moda anos 60 pinterest

3 de novembro de 2018

Dicas para se organizar com aplicativos e bullet journal


A organização é necessária para não nos causar ansiedade sem motivo, para facilitar nosso dia-a-dia e para melhorar nosso gerenciamento de tempo em geral. Seja para se lembrar de um compromisso, para ter noção de como será seu dia seguinte ou para não esquecer de uma lista de compras, manter as coisas bem planejadas e anotadas no papel - com o método do bullet journal - ou em aplicativos é de grande ajuda.

Por onde começar a se organizar?


Em primeiro lugar você deve fazer listas. Não tantas que você não consiga nem ter tempo para olhá-las, mas suficientes para manter os principais assuntos no lugar. Eu, por exemplo, mantenho uma lista de ideias criativas que me surgem, outra com as coisas que estão prestes a acabar (sejam cosméticos, sejam alimentos que estão prestes a acabar na geladeira) e que logo terei que sair para comprar e uma com os principais afazeres do dia. Isso me ajuda a não ficar ansiosa com a possibilidade de esquecer alguma coisa.


Também é importante, se você quer ter controle dos seus hábitos, criar “trackers” ou monitores deles. No bullet journal isso é muito comum e fácil de encontrar inspirações no Pinterest, mas também é possível fazer isso através de aplicativos.

Aplicativos para se organizar


1. Wunderlist

E já que eu falei sobre listas, o melhor aplicativo que já usei para isso é o Wunderlist. Ele é totalmente focado em listas, você pode criar pastas com assuntos determinados (ex.: viagem) e acrescentar lá suas listas relacionadas (ex.: coisas para levar na mala de mão, coisas para levar na mala despachada, coisas para levar na bolsa, etc.). Outro diferencial é que ele permite que você acrescente fotos e anotações sobre toda tarefa especificamente, assim você pode ter mais controle quando o assunto exigir mais atenção. Você também pode colocar lembretes e alarmes nele para os horários que você quiser concluir a tarefa e inclusive receber isso por e-mail.

Fiz uma viagem para os Estados Unidos em maio e essas foram minhas listas

2. Hábitos

Se você prefere acompanhar digitalmente seus hábitos (antigos ou novos) a melhor pedida é o aplicativo Hábitos. Ele é simples de mexer, você pode ir preenchendo conforme for fazendo as coisas e ele vai te mostrando um gráfico com sua evolução.




Interface e parte de gráficos do aplicativo Hábitos
Interface e parte de gráficos do aplicativo Hábitos
 
3. Notas Flutuantes

Esse aplicativo cria uma nota na tela principal do seu celular. Ele tem a função de te lembrar do que você quiser, assim como as fitas vermelhas amarradas no dedo nos mostravam antigamente. Nos dias atuais, ele equivale a um post it grudado no computador! Você pode escolher o ícone que mais tem a ver com sua tarefa para simbolizar. Tem duas opções: ou a tarefa pode ficar aparecendo constantemente na tela ou ela pode ficar escondida só com o ícone aparente, para você abrir quando quiser.


Exemplo de como ficam as notas d aplicativo Notas Flutuantes na tela do seu celular
Exemplo de como ficam as notas d aplicativo Notas Flutuantes na tela do seu celular

Usando o bullet journal para se organizar


Eu tenho uma pasta com várias inspirações para bullet journal e art journal no Pinterest e é de lá que tiro as ideias para quando quero algo mais bonitinho. Mas você pode criar listas sem nenhum fru-fru também, faça o que for mais funcional para você.


wishlist bullet journal
Exemplo de uma wishlist que fiz no meu bullet journal
Os trackers aqui não precisam ser só de hábitos. Eu uso, por exemplo, para acompanhar o uso de um medicamento que tomo dia sim dia não:

track list remédios bullet journal

 Tudo que for necessário para você acompanhar pode virar um tracker.

Eu gosto mais de me organizar com o bullet journal porque ele me dá a possibilidade de ser mais criativa, mas também uso com muita frequência o Wunderlist, não gosto de ficar carregando agendas e cadernos comigo porque uso bolsa pequena, então ter sempre acesso pelo celular a um aplicativo que me ajuda a lembrar o que tenho que fazer é essencial. Juntar tanto o uso de aplicativos quanto o uso do papel no dia a dia é o meu ideal de organização, e o seu?

30 de outubro de 2018

Playlist de Halloween

Acho que depois de março (por ser o mês do meu aniversário) outubro é meu mês preferido do ano por que no Instagram, no Pinterest, no YouTube e nos blogs tudo vira Halloween. E céus, como eu amo ver fantasias, maquiagens, textos de terror e claro, músicas e playlists de Dia das Bruxas. Filmes na TV de horror também contribuem para minha felicidade de menina que adora se assustar. Uma pena aqui no Brasil a gente não ter o costume de pedir “gostosuras ou travessuras” nas casas, né? 

Em 2016 eu postei aqui uma playlist com 21 músicas de Halloween. Eu ainda amo todas aquelas músicas, mas, para esse ano, achei mais algumas e criei uma nova playlist e trouxe pra cá para poder dividir com quem também adora essa época (especialmente para quem vai fazer uma festa e precisa de dicas de músicas). 

Então aí estão as músicas, numa lista criada no Youtube e abaixo dela está a relação com os nomes e o artista para quem se interessar. Não esqueça que se precisar de mais músicas, basta clicar aqui e conferir o post com a Playlist “Em clima de Halloween” também! E se quiser saber um pouco sobre e origem das festas de Halloween e de Dia de Los Muertos, aqui tem um post falando sobre isso.


1. Happy Halloween - John Zacherle
2. Screaming Skull - The Fleshtones
3. Witch Doctor - Ray Stevens
4. Psycho a Go-Go - The Sonics
5. Walking With A Ghost - Tegan and Sara
6. Wicked Ones – Dorothy
7. Dead Alive - The Shins
8. Dusk Till Dawn – Ladyhawke
9. Nosferatu - Sunseth Midnight
10. Grown Empathy - Natsuki & Nagi (Uta no Prince Sama)
11. Spooky Scary Skeletons - Andrew Gold (Remix)
12. Baby You're A Haunted House - Gerard Way
13. Bodies (Let the bodies hit the floor) - Drowning Pool
 
Playlist de Halloween