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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Vamos falar sobre ser fã?

Ser fã é um negócio todo especial: se dedicar a conhecer o objeto ou artista que você admira, acompanhar redes sociais, comprar coisas, interagir com outros fãs, ter todo esse cuidado com seu alvo de admiração. Nesse post vou citar somente artistas musicais que sou fã... mas quero deixar um lembrete especial para Fruits Basket, ou Furuba, série de anime e mangá que acompanhei os lançamentos dos mangás, comprando todos desde a minha infância até a adolescência (e ainda guardo todos com amor e carinho), além de ver o anime antigo. Agora estou prestes a acompanhar a nova época de Fruits Basket, com o novo anime lançado recentemente - que eu ainda não tive tempo de ver. Feito essa ressalva especial, de um coração de fã, vamos agora falar do mundo da música?

McFly


A primeira recordação que tenho de ser fã, mas realmente fã, foi com McFly. Eu tinha CD’s, DVD’s, pasta com todas as fotos possíveis no PC, lia fanfics no Addiction (saudades!) e sonhava com shows, chorando por não poder ir. Um dos dias mais felizes da minha vida, inclusive, foi quando finalmente fui a um show do McFly, já adulta (ouço até hoje? OUÇO SIM). Mas eu já não era aquela fã que seguia tudo da banda. Nessa época meu amor de fã já tinha sido totalmente direcionado para a banda que eu mais amo nesse mundo todo, para quem eu daria minha vida mesmo sem conhecer pessoalmente, para os mozões do meu coração:

Avenged Sevenfold


As músicas do A7x mexem comigo como nenhuma melodia jamais mexeu. Elas me salvaram em momentos de depressão, traduziram épocas confusas da minha vida, me incentivaram quando eu precisei, me frearam quando sentia que precisava ser freada. E dessa vez, além de ler fanfics, eu escrevi fanfics (só uma publicada, por motivos de vergonha). Espero casar ao som de Warmness On The Soul, espero continuar levando minha avó materna, meu pai e o Jimmy comigo toda vez que ouvir So Far Away – e até espero que quando eu morrer, alguém cante essa música pra mim. Espero mesmo ser tão significativa na vida de alguém a ponto de essa pessoa falar pra mim “Lay away a place for me 'cause as soon as I'm done I'll be on my way to live eternally” no meu funeral.
Passei pela fase da morte do Jimmy, chorei como se fosse uma pessoa próxima, porque pra mim ele era, de tanto que eu o conhecia. Nunca o vi tocar com o Sevenfold pessoalmente, umas das minhas maiores tristezas foi perder o show de 2008 onde ele esteve em terras brasileiras com a banda. Mas fui nos shows com o Portnoy tocando e com o Arin. Na verdade, fui em todos os shows depois deles tocando no SWU em 2010 (menos no Rock in Rio, por motivos de dinheiro faltando na conta).
Meu amor quase total é por Sevenfold, porque são eles que quero um dia eternizar na minha pele em formato de tatuagem, são eles minha principal escolha, é deles o posto de banda favorita da minha vida. Mas também escuto outra banda com tal afinco e com pesquisa sobre os membros tão altas que competem com Avenged:

 

Disturbed

Disturbed me ajudou demais quando passei por um dos períodos mais graves da minha depressão, uma época que achei que não me levantaria mais. Com The Light, eles foram, de mansinho, me tirando do buraco.
Mas eu os conheci bem antes, na época de Down of the Sickness, que foi a música de fechamento do filme Madrugada dos Mortos, lá em 2004. Recentemente, Disturbed lançou outra música que me fez soluçar de tanta identificação, embora eles tenham feito para alguém que esteja enfrentando problemas com álcool, pude ler como se fosse pra minha vida com a depressão, com altos e baixos. A musica? A Reason to Fight.

Claro que eu sou fã de mais coisas, pessoas, bandas. Mas aqui ficaram só os que sou/era mais envolvida. Eu fui uma Galaxy Defender, sou uma participante da Deathbat Nation e com certeza sou uma Disturbed One. Que a vida sempre nos traga amor de fã pra oferecer pros nossos ídolos ♥


Esta postagem foi inspirada pelo tema do mês de Maio de 2019 do Together: Coração de Fã. A blogagem desse mês tem o tema Revival, portanto, escolhemos os temas que já passaram sobre os quais queremos escrever! O Together é um projeto lindo para unir a blogosfera, saiba mais clicando aqui!

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Os desenhos de Jamie Lee Reardin

Jamie Lee Reardin
Jamie Lee Reardin é uma ilustradora canadense que atualmente mora e trabalha em Los Angeles, formada em Comunicações e Desenho de Moda pela Ryerson University. Seus estudos foram focados em Ilustração Avançada. E olha, dá para perceber isso ao observarmos seus traços. Não é difícil de notar a qualidade e técnica de seus desenhos. 

Desde criança Jamie se interessou por personagens criados por grandes nomes como Walt Disney e Tim Burton – sua arte inclusive tem muitas similaridades com o macabro bonitinho de Burton. Seu sonho sempre foi uma carreira no ramo da animação e a primeira vez que Jamie se jogou nas artes foi justamente recriando personagens famosos como Cruella de Vil e Beetlejuice. 

As principais características de seus desenhos são pescoços longos e silhuetas magras demais para existirem na vida real. Sendo fã de Pablo Picasso e Salvador Dalí, ela também se inspira neles na hora de fazer suas criações. 

Quanto ao seu trabalho, ela já desenhou para marcas como Christian Dior, Dior Beauty, Hugo Boss, Nike, Barbie, Teen Vogue e muitos outros. A lista é realmente longa e está disponível aqui, em seu site oficial. Vamos conferir algumas de suas ilustrações? 
 Jamie Lee Reardin
 Jamie Lee Reardin
 Jamie Lee Reardin
 Jamie Lee Reardin
 Jamie Lee Reardin
 Jamie Lee Reardin
Uma coisa que se percebe bastante em vários de seus desenhos é a presença de cílios longos. Eu sou apaixonada por cílios longos em ilustrações de moda, inclusive só desenho croquis com cílios bem gigantes, por isso houve uma identificação com o trabalho da Jamie!

Para saber mais: Site Oficial | Instagram

terça-feira, 6 de junho de 2017

Manuscritos de David Bowie


David Bowie criança
Para começar bem o post, uma foto do nosso Bowie quando criança ♥
Emoção em época de conteúdo digital é poder ver palavras escritas à mão pelo seu ídolo. Pude ver alguns manuscritos de letras originais de David Bowie pessoalmente na exposição sobre ele feita no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, em 2014. Mas como ver uma única vez não me contenta, busquei na nossa internet de Deus fotos de alguns desses rascunhos. Vou dividir aqui com vocês, para que possam sentir o mesmo prazer que eu!
Manuscrito de Heroes, David Bowie
Um rascunho de Heroes para aquecer o coração!
Manuscrito de Rock n Roll Suicide, David Bowie
E aqui temos um manuscrito de Rock 'n' Roll Suicide
Manuscrito de Starman, David Bowie
Aqui podemos ver uma versão de Starman
Manuscrito de Ziggy Stardust, David Bowie
O melhor alienígena de todos os tempos antes de nascer
 David Robert Jones veio para mudar o mundo. E ele conseguiu. Nada me convence que hoje ele não está no meio das estrelas, observando a gente aqui nessa Terra azul, rindo ao lado de Major Tom.


 E para quem não sabe, sou louca por documentos, cartas e manuscritos escritos à mão. Já indiquei aqui o projeto Letters of Note, se você não viu, corre lá!  

terça-feira, 18 de abril de 2017

Volume e assimetria nas roupas de Rei Kawakubo

 roupas de Rei Kawakubo
Criações de Rei Kawakubo

“Hiroshima Chic” foi o nome cunhado pela mídia para designar as coleções de moda criadas por estilistas japoneses que migraram para Paris nos anos 80. O termo se refere diretamente à bomba atômica lançada na cidade de Hiroshima em 1945. O slogan surgiu por causa das peças minimalistas e o uso constante da cor preta (além de outros tons escuros) presentes nas coleções japonesas, fazendo referência ao luto e ao fim do mundo. Esses designers de moda também carregaram na mala a filosofia zen e a limpeza de extravagância nas roupas, fazendo o andrógino e o sóbrio passar a reinar. O “menos é mais” surgiu com força na moda a partir daí. Kenzo foi o primeiro a ir do Japão para a França, seguido por Issey Miyake, Yohji Yamamoto e por uma única mulher: Rei Kawakubo.

Como as cores ficaram mais comportadas, a solução da Kawakubo para expressar suas ideias para as roupas foi desconstruir aquilo que consideramos como cortes normais. Ela trouxe volume e assimetria para suas criações e essa é sua identidade até hoje, praticada na marca fundada por ela em 1973, ainda quando morava em Tóquio: Comme Des Garçons.

 roupas de Rei Kawakubo

Do Japão, ela levou como influência não só seu design, mas também o uso de tecidos naturais e o tingimento a partir de ervas. As peças de Kawakubo se assemelham a grandes trabalhos de arquitetura e demonstram que podemos olhar mais a fundo para as roupas, muito além de sua superfície. O que complementa seus looks é salto baixo e pouca maquiagem. Falando assim, até podemos imaginar composições sem graça. Mas a complexidade de cada conjunto nos mostra que a grandiosidade não está presente apenas em peças multicoloridas, maquiagens super elaboradas ou em cima de um salto 15. Os cortes diferenciados e os volumes (que quebram com o tradicional de marcar as curvas do corpo) nos provam que há muito mais no campo da moda para ser explorado. 

 roupas de Rei Kawakubo

domingo, 16 de abril de 2017

Conheça o "Letters of Note"

O incrível projeto “Letters of Note” reúne e classifica transcrições e imagens de cartas, postais, telegramas e memorandos famosos e históricos. São materiais enviados por qualquer pessoa que possa contribuir e selecionados e postados por Shaun Usher, que também é responsável pelos blogs “List of Note” e “Letterheady”. Cada post do Letters of Note tem uma introdução sobre o contexto da carta em questão. Separei alguns, com um pequeno resumo, para vocês verem:

Manuscrito de David Bowie
Essa carta foi uma resposta à primeira carta de fãs norte-americanos recebida por David Bowie, em 1967. O jovem camaleão, então com 20 anos, deixou seus afazeres de lado e correu responder a fã Sandra Dodd. Na carta-resposta, Bowie diz que tem “uma cópia do álbum americano e eles imprimiram a foto um pouco amarelada. Eu realmente não sou tão loiro”. Ele finaliza o escrito pedindo para a fã lhe escrever de novo e contar mais sobre si mesma. 

Manuscrito de David Bowie
Outra carta, também do Bowie, dessa vez de 1974, mostra uma resposta padronizada, enviada para vários fãs, onde o cantor se desculpava pela demora em responder e justificava com toda a correria do novo álbum. 
Manuscrito sobre Laranja Mecânica
Uma carta datada de 1968 do produtor de Hollywood Si Litvinoff falava sobre o filme ainda não feito de Laranja Mecânica, onde Mick Jagger era cogitado para o papel de Alex e a trilha sonora seria feita pelos Beatles. Quando a preferência para o papel de Alex foi primeiramente dada a David Hemmings e não ao vocalista dos Rolling Stones, houve uma petição (imagem acima), assinado inclusive por Marianne Faithfull e pelos quatro integrantes dos Beatles. 
Manuscrito de Andy Warhol
Essa carta é uma resposta sobre informações biográficas de Andy Warhol para o editor Russell Lynes, da revista Harper’s Bazaar. Andy tinha acabado de se formar e disse que sua “Vida não poderia encher um cartão de moeda de um centavo”. Acrescentou que nasceu em Pittsburgh em 1928 “como todos os outros - em uma usina de aço”, que havia se formado em Tecnologia na Universidade Carnegie Mellon e que morava no momento em Nova York em um apartamento infestado de baratas.

Veja no Blog: http://www.lettersofnote.com/2010/01/my-life-couldnt-fill-penny-postcard.html

Recado de Frida Kahlo para Diego Riviera
Esse recado de Frida Kahlo para seu marido, Diego Riviera (que estava em São Francisco pintando um mural), foi escrito em um envelope. Ele começa com um simples “Diego, mi amor” e já é o suficiente para arrepiar! 
Manuscrito de Edgar Allan PoeHoje em dia é quase impossível imaginarmos um mundo onde Edgar Allan Poe passava por dificuldades financeiras. Na carta acima, que ele enviou junto com um manuscrito, podemos vê-lo pedindo por publicação, já considerando uma possível rejeição ao acrescentar que “caso o M.S. não for aceito, favor devolver o mais rápido possível, por correio”. Ele ainda se desculpa por ter bebido demais em Nova Iorque, num dia em que encontrou os editores, e joga a culpa em seu amigo William Ross Wallace.
Manuscrito de Agatha Christie
E essa carta de Agatha Christie se recusando a dar publicidade para o Departamento de Marketing do Reino Unido? 
Ao todo, são cerca de 900 manuscritos registrados pelo Letters of Note. Eu tenho certeza que vou passar muito tempo ainda vasculhando os arquivos. Espero que tenham gostado da dica! ;)

sábado, 15 de abril de 2017

Man Ray e a fotografia de moda

Peggy Guggenheim fotografada por Man Ray, vestindo Poiret
Man Ray é um dos mais conhecidos artistas surrealistas. Ele é um dos idealizadores do movimento dadaísta de Nova Iorque, em conjunto com o pintor Marcel Duchamp. Produzia pinturas como hobby e para bancar-se trabalhava como fotógrafo. Entre 1920 e 1940, época em que viveu em Paris, ele fez muitas fotografias de moda. Seus serviços foram prestados para importantes revistas, como Harper’s Bazaar, Vanity Fair e Vogue Paris. Man Ray se recusava a fazer fotos apenas comerciais, ele insistia para que seus ideais surrealistas estivessem presentes nos catálogos de moda, levando em conta todo o cenário e situação e não só as roupas.

O primeiro designer de moda com quem trabalhou foi Paul Poiret, que queria ter retratos de suas criações. A fotografia eleita pelo próprio Man Ray como preferida, entre tantas que fez para Paul, foi essa, da esposa do costureiro: 
Denise Poiret posando ao lado de uma escultura do romeno Brancusi, fotografada por Man Ray
Ray também trabalhou com outros grandes costureiros da época como Coco Chanel e sua rival, Elsa Schiaparelli. A própria Gabrielle Chanel posou para suas lentes em 1937 – uma fotografia bastante conhecida da estilista, que nem todos sabem que foi da autoria de Man Ray:
Coco Chanel fotografada por Man Ray em 1937
Mais algumas fotografias de moda feitas por Man Ray: 
Vestido de Elsa Schiaparelli para o Outono de 1931. Fotografia de Man Ray
A fotografia feita em 1929 dos lábios da fotógrafa Lee Miller serviu de pano de fundo para um editorial da Harper's Bazaar, criado por Man Ray
Elizabeth Arden “Electrotherapy Facial Mask", por Man Ray
Foto feita por Man Ray e publicada na Harper’s Bazaar, de 1936

Com o estouro da Segunda Guerra Mundial nos anos 40, Man Ray abandonou a fotografia de Moda. Porém, seu legado nessa área influenciou outros fotógrafos importantes como Sarah Moon, Paolo Roversi e Guy Bourdin. Até hoje os editoriais de moda se distanciam de meras fotos publicitárias, nos inserindo em mundos diferentes e mais próximos da arte do que do marketing, por causa do trabalho de Ray. 




domingo, 19 de março de 2017

Antes e depois de alguns ídolos dos anos 2000

Quem não era emo nos anos 2000, não é mesmo? Já podemos admitir, isso já faz parte de um passado de mais de dez anos! Já chegou a hora da gente fazer valer aquela comunidade do Orkut “e eu, que fui emo?”. O tom desse post vai ser bem informal porque se você, como eu, viveu os anos 2000 nessa onda do emo, conhece muito bem todas as pessoas aqui citadas (e mesmo que você não tenha sido emo, deve conhecer também).

Vamos começar pelos moços do Shut Up, a banda Simple Plan. Pierre Bouvier, o vocalista, dormiu no formol esse tempo todo e continua com a mesma carinha jovem (não que ele seja velho!). A diferença é que hoje em dia, em vez de namorado, ele é marido de Lachelle Farrar. E tem duas filhinhas tão fofas que chega a doer. ♥ 
Não resisti e tive que colocar foto das filhinhas maravilindas do Pierre.

David Desrosiers, meu ídolo supremo daquela época, largou seu cabelinho emo de lado e hoje está uma pessoa totalmente normal. Alguma coisa nele me lembrou do Bono Vox, mas não sei porquê.




Seb Lefebvre continua um homão da porra. Jeff Stinco continua sem cabelo. Já Chuck Comeau está com menos cabelo (e entradinhas mais aparentes). E Patrick Langlois, o sexto membro, tá bem melhor hoje em dia, como as fotos comprovam.

 


Passando para o Good Charlotte, os gêmeos Madden estão tão idênticos hoje em dia que não consigo mais diferenciá-los. O Joel permanece junto com Nicole Richie, outra ídola da época.






Pulando para os amorzinhos donos de Helena, My Chemical Romance, Gerard Way ainda tem o mesmo cabelo. Me permitindo totalmente julgar pelo instagram dele, virou bem nerd. Quero ser amiga dele.



O cobiçado Frank Iero faz shows com sua nova banda que nunca será MCR e se aproxima de um ser humano igual a todos os outros, com exceção do cabelo, que continua meio diferentão.




McFly, os ingleses donos do meu coração (depois dos Beatles, claro), não tiveram mudanças drásticas. Tom emagreceu mais, está casadíssimo com a Gio maravilhosa e tem dois babies com ela. Ele faz vídeos incríveis e viralizou com seu primeiro filho há algum tempo.


Danny Jones finalmente sossegou o facho e casou com a Georgia. Falando em finalmente se casou, Harry e Izzy também passaram a união para o papel e tiveram um filho juntos. Dougie... bem, Dougie continua solteiro e está a cara de Kurt Cobain.






Brendon Urie do Panic! At the Disco conseguiu ficar mais bonito. O tempo faz muito bem para algumas pessoas, precisamos admitir.



Falando no Panic!, lembrei inevitavelmente do Fall Out Boy e do vocalista Patrick Stump. Ele emagreceu tanto que nem reconheci quando o revi pela primeira vez. Não entendo todos esses gordinhos lindos da música emagrecendo. O corte de cabelo melhorou muito, convenhamos.




Bert McCracken do The Used é uma pessoa estranha sem instagram. Se levarmos em conta só o cabelo, podemos dizer que ele se transformou em outra pessoa.




Jared Leto, do 30 Seconds to Mars, depois de interpretar o Coringa, deixou a barba crescer. Mas a gente entende, tá na moda parecer mendigão, tipo o Luan Santana aqui no Brasil.




Bônus ~~~~

Falando em mendigão, vocês já viram essa barba do M. Shadows do Avenged Sevenfold? Não posso falar muito da diferença deles de hoje em dia para os anos 2000, porque nunca deixei de acompanha-los e eles são minha banda preferida desde meados da década passada. Mas ainda bem que aqui temos um ser que engordou, em vez de emagrecer: Zacky Porpeta Vengeance. Johnny Christ é outro que tinha adotado a linha mendigão nas sessões de estúdio de The Stage, mas já voltou ao seu normal (thanks, God!). No meio dessa barba toda tinha meio metro de pessoa, gente!








E Synyster Gates, embora tenha envelhecido visivelmente, continua sendo o ser mais incrível e lindo do universo (agora que já sabemos como os ETs se parecem, podemos afirmar isso). Aliás, logo logo teremos uma versão mini dele, porque Michelle DiBenedetto, sua esposa, está grávida. Vale lembrar que ela é gêmea da mulher do Shadows, que já tem duas crianças maravilhosas juntos.





Shadows com sua mulher Valary DiBenedetto e seus dois filhos fofos! Num futuro distante eles podiam se casar com as filhas do Pierre, né?






E se é prafalar sobre bandas que nunca deixei de acompanhar, lembrei de mais um maravilhoso que engordou em vez de emagrecer, David Draiman uh ah ah ah ah, oh, oh, do Disturbed. Vou fazer a Gloria Pires e dizer que “não posso opinar” sobre John Moyer, desconfio que ele também tenha dormido no formol. Já sobre Dan Donegan e Mike Wengren eu posso falar que cortaram os respectivos cabelos. Obviamente, todos eles envelheceram desde o início dos anos 2000 até agora, assim como todos nós que os conhecemos naquela época. Mas os anos passaram e passaram e eu ainda amo Disturbed e Avenged Sevenfold. Comecei a ouví-los há cerca de 12 anos e são os únicos que levo até hoje comigo (E aposto que vou levar pro resto da vida). PS.: Tá, confesso que ainda ouço McFly.