27 de março de 2017

Apanhado de Links #12




  1. Como educamos mulheres para sofrer — uma reflexão sobre feminilidade e amor” é um texto que nos explica sobre como a sociedade faz parecer que um menino brigar com uma menina na escola é sinal de amor. Logo, criamos meninas que acreditam que “tapinha de amor não dói”. Um alerta de que precisamos mudar a maneira como educamos nossas crianças.
  2. Ah, mas isso não é machismo” é melhor texto que já li escrito por um homem, sobre mulheres. Acho legal eles tentarem compreender, de alguma forma, nossos problemas. Partindo do princípio de que, infelizmente, homens ainda não leem muitos textos escritos por mulheres, ter um deles escrevendo sobre nossos problemas me parece uma boa ajuda.
  3. Mesmo que nós, mulheres, sejamos a maioria entre gamers brasileiros (52,6%) ainda sofremos muito preconceito em jogos online. Isso leva muitas meninas a criarem personagens masculinos dentro dos jogos. Leia mais sobre o assunto em “Maioria entre gamers no Brasil, mulheres enfrentam preconceito e assédio”.
  4. Sister Rossetta Tharpe chacoalhou o mundo com sua guitarra muito antes de Elvis tirar as fraldas. Conheça a guitar hero” – título autoexplicativo. Por favor, conheça essa mulher maravilhosa!
  5. O que vai acontecer quando a rainha da Inglaterra morrer” foi o texto mais bizarro que li nos últimos dias. É muito estranho esse negócio de ter seu funeral preparado como se você fosse morrer no instante seguinte. Me senti culpada por ter brincado de “a ponte de Londres está caindo”, porque agora parece que eu estava constantemente cantando que “a rainha da Inglaterra está morrendo”. Os ritos foram bem descritos nessa matéria, eu até consegui sentir uma tristeza de imaginar esse dia chegando. Vida longa à rainha Elizabeth!
  6. Resistir, persistir, existir” da Revista Trip me fez ter fé novamente na indústria da moda. Me parecem indícios de que a moda finalmente se abriu para ideias coerentes, como sustentabilidade e visibilidade. O subtítulo nos entrega: “É possível estar no São Paulo Fashion Week e fazer críticas à indústria da moda de forma amistosa”. Vale a pena conhecer também os projetos listados!
  7. Os 10 erros mais comuns de brasileiros ao falar inglês - e dos nativos de inglês ao falar português” me fez entender um pouquinho sobre as dificuldades de estrangeiros aprendendo nossa língua. Também serve para aprendermos algumas dicas de pronúncia.
  8. Outra lista boa é a de “10 Histórias em quadrinhos aterrorizantes!”. Já quero ler todas.
  9. Women Photograph: war, weddings and nightclub queues” – que mulher nunca, durante a faculdade de Jornalismo, assistiu “O Resgate de Harrison” e quis dar o sangue na profissão e ir fotografar guerras? Eu já... e essas fotos comprovam que mulheres fotojornalistas são incríveis!
  10. Essa timeline personalizável da Atlantic permite que você veja a história a partir da sua data de nascimento.

Um comentário:

Débora Nisenbaum disse...

Oi Grazi! Sou a autora do primeiro texto. Que bom que vc gostou!! Fico super feliz e lisonjeada com a recomendação <3 Beijo grande!