1 de outubro de 2016

Apanhado de links #4

Esse negócio de falta de tempo pode até me deixar sem escrever, mas continuo lendo bons conteúdos quando sobra uns minutinhos. E vou começar com animais, porque sim:

1. A gente sabe que animais são espertos. Meu cachorro, por exemplo, fica todo feliz quando ouve o barulho da caixinha do remédio para o coração que ele toma. Longe de ser porque ele ama remédios, mas porque a gente sempre dá um pedaço de queijo como recompensa! Além disso, ele é melhor que qualquer despertador. Todos os dias ele acorda as 6h e arranha minha mãe até ela levantar (sem ter muita escolha). É que essa é a hora que ele vai passear para fazer suas necessidades matinais! 
Mas e quando o assunto é luto? Será que os animais, de estimação ou não, entendem quando alguém morre? Essa matéria é esclarecedora: “Existe luto no reino animal?”.

2. Eu já falei aqui sobre esse terrorismo nutricional que vivemos, onde alimentos são glorificados num dia e demonizados no outro. É sobre isso que fala esse excelente texto, com opiniões, da nutricionista comportamental Nathalia Petry (que eu adoro e sigo em todos os cantos dessa internet): “Açúcar, seria ele o grade vilão?”.

3. Esse link é pra quem acha que as Kardashians são um emaranhado de bundas, plásticas, beleza e falta de talento (como a gente lê por aí, infelizmente). Em “Kadashians: uma história” é abordado o poder empreendedor das meninas, seus trabalhos e porque elas são muito mais que rostinhos bonitos em um reality show.

4. Eu sempre paro pra pensar que a gente não tem ideia da grandiosidade do universo. Depois que eu conheci esse incrível mapa em escala, pude ter uma leve noção disso. E essa matéria: “As imagens de Kevin Wisbith vão mudar a perspectiva que você tem de mundo” me impressionou igualmente. Adoro coisas assim que me trazem à realidade de como somos um grão de areia perto de tudo o que nos cerca.

5. Imagine sua vida sem documentos. Seria perturbador não ter como provar que você é você, não é? Imagine viver sem identidade, sem ter uma nacionalidade, sem poder prestar concursos públicos, ingressar em universidades ou até mesmo ser registrado em algum trabalho. Pois essa foi, por 26 anos, a situação de Maha Jean Mamo, mulher apátrida que conseguiu ter seus documentos só depois de adulta e aqui no Brasil. História surpreendente com o título de “A garota de lugar nenhum”.

6. Como sou a “louca das newsletters” será que amei claro ou com certeza o texto “A volta da newsletter”?

7. O Setembro Amarelo acabou, mas eu consumi muito conteúdo bom sobre o tema, embora não tenha me sentido capaz de escrever sobre algo tão complexo. O texto “Ainda estamos vivendo numa geração Prozac” toca em questões profundas, alinhando com o filme de mesmo nome, tão especial pra mim. Destaco esse parágrafo que bateu lá no fundo da alma (muitas vezes me senti culpada por tomar medicamentos controlados e não ser "forte o suficiente"):

“Prozac, Valium, Rivotril. Eles estão na lista proibida, da cor de sua tarja. Mal sabem essas pessoas que um comprimido desses pode evitar uma catástrofe. Que eles não são vilões que tem como função impregnar o cérebro com sua substância e criar viciados em potencial. São aliados no tratamento de uma doença, e na preservação de uma vida. E que tomá-los ou não, não é uma escolha. É engraçado que ninguém fala para um cardíaco abandonar seus remédios, porque o certo é deixar o coração se fortalecer batendo sozinho. Por que então falar para uma pessoa com depressão não aceitar tomar medicamentos?” (Yuu. Ainda estamos vivendo numa geração Prozac. Valkirias, set. 2016)

8. E por último, uma grata surpresa que tive: descobrir um pouco do trabalho da jornalista Martha Gellhorn. Quero ler tudo que essa mulher produziu! Como não conheci ela antes? Alô faculdades de jornalismo, vamos dar esses exemplos em sala de aula (que eu não tive, infelizmente). Leia “Guerra e registro: Marthe Gellhorn #SemanaDosLivrosBanidos.
That's all, folks ♥

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